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sexta-feira, 26 de setembro de 2014 - 1:19Gomes, Grande Prêmio

WARM UP, 20

Warm Up_logo

SÃO PAULO (já, sim) – Não guardei muita coisa, fisicamente falando. Deveria. O folhetinho que mandei rodar em duas cores, a mala-direta enviada a mais de 300 jornais do Brasil inteiro. Talvez tenha sobrado algum na bagunça do escritório. O projetão que só deu para imprimir uns quatro ou cinco, porque era caro demais fazer aquelas cópias coloridas. Os primeiros anúncios. Isso eu tenho, vou achar. Os recortes de jornais, também. Muitos, tudo encadernadinho.

O primeiro computador.

Era um IBM Aptiva, 486. Sobrou a torre, mas o Victor Martins deu um fim no monitor. Comprei financiado pelo ABN-Amro Bank.

27 de setembro de 1994. Essa foi a data que escolhi como de fundação da Warm Up. A empresa, legalmente falando, foi constituída no começo de 1995. E idealizada antes do 27 de setembro. Foi lá pelo final de julho, depois da Copa. Em maio, eu tinha sido mandado embora da “Folha”. Não recebi nenhuma proposta de emprego, então resolvi ficar em casa vendo todos os jogos para decidir depois o que fazer.

Um dia, me liga o Ricardo Tedeschi, ex-empresário de Barrichello, amigo de autódromos pelo mundo. Já com as contas apertando o calo, fazendo um frila aqui e outro ali, ganhando uns trocos da Jovem Pan, fui ver o que ele queria. O almoço foi no In Città, restaurante dele num flat do Itaim. Ricardo estava tocando uma equipe de F-Chevrolet e precisava de um assessor de imprensa. E ajudava também a cuidar das carreiras de alguns meninos, como Tony Kanaan e Cristiano da Mata. Mas eu não queria ser assessor de imprensa.

Então, me deu um estalo. Antes mesmo de irmos para a mesa, em meio a amendoins e um suco de tomate, tive uma ideia repentina. O Ricardo era um cara bem relacionado, conhecia empresas ligadas ao automobilismo, patrocinadores de pilotos e equipes, e propus a ele, sem ter a menor noção de que poderia dar certo, uma agência de notícias. O quê? Sim, uma agência de notícias de Fórmula 1. Olha só: eu vou continuar viajando pela rádio, só quatro jornais têm repórteres cobrindo F-1, a “Folha”, o “Estadão”, “O Globo” e o “JB”. Vamos oferecer minha cobertura para todos os outros. De graça. A gente só pede um rodapé da página em quatro edições por GP. Você arruma um patrocinador e a gente racha a grana.

O Ricardo gostou. Vem trabalhar no meu escritório, convidou, e alguns dias depois lá estava eu numa mesa dividindo a sala com ele no último andar de um lindo e modernoso prédio na esquina da Joaquim Floriano com a Bandeira Paulista.

Comprei o computador. Comprei o anuário do “Meio & Mensagem” com endereços, telefones e fax de todos os jornais do Brasil. Estávamos em 1994. Não existia e-mail, nem internet. Mandei fazer a mala-direta. Comprei uma caixa de etiquetas adesivas e um programinha em disquete para imprimir endereços nelas. No dia 27 de setembro de 1994, levei uma caixa de papelão com 300 envelopes etiquetados a uma agência dos correios na Brigadeiro Luiz Antonio. A caixa foi colocada no porta-malas de um Twingo vermelho. No dia 27 de setembro de 1994, lancei a minha sorte pelo correio, levado por um Twingo.

Amanhã faz 20 anos. Naquele dia, os correios enviaram minha mala-direta para mais de 300 jornais do país inteiro, e fiquei esperando as respostas. Todo mundo ia querer F-1 de graça, como não? Ainda mais uma cobertura feita pelo Flavio Gomes, o grande Flavio Gomes, da “Folha” e da Jovem Pan.

Menos de cinco jornais se interessaram. O primeiro deles foi o “Diário de Votuporanga”. O primeiro a topar a cobertura da agência de notícias Warm Up. O nome vinha dos meus tempos de “Folha”. Quando o jornal resolveu fazer uma coluna semanal de automobilismo, no fim de 1991, creio, foi o nome escolhido. A sugestão foi da Alessandra Alves, minha querida editora e, hoje, apresentadora da rádio Bandeirantes.

Tínhamos o “Diário de Votuporanga”, pois. Mas a gente precisava de mais, muito mais, para poder oferecer a um patrocinador que o Ricardo teria de encontrar. E então foram meses pendurado no telefone, ligando de um em um. Comprei um mapa do Brasil, mandei emoldurar, e pendurei na parede do escritório. O primeiro alfinete foi espetado em Votuporanga. A cada telefonema, uma alegria ou uma decepção. Sim, queremos. Não, obrigado. Manda a mala-direta de novo. E os alfinetes de cabeça vermelha começando a se espalhar pelo mapa. Cascavel, “O Paraná”. Umuarama, “Umuarama Ilustrado”. Campinas, “Diário do Povo”. Santo André, “Diário do Grande ABC”. Belo Horizonte, “O Tempo”. Curitiba, “O Estado do Paraná”. Jaú, “Comércio do Jahu”. Araraquara, “Tribuna Impressa”. Petrópolis. Teresópolis. Maceió. Salvador. Vitória. João Pessoa. Macapá. Goiânia. Pelotas. Joinville. Itatiba. Campina Grande. Brasília. Cuiabá. Macapá.

No final do ano, eram 55 jornais formando a “rede Warm Up“, mais de três milhões de exemplares diários, sete milhões de leitores, agora vai ser fácil vender.

Enquanto Ricardo saía a campo atrás de um patrocinador, eu começava a me preocupar em como mandar matérias para toda aquela gente direto dos autódromos. Telex não se usava mais. Fax era a única opção, porque nenhum jornal tinha computadores em rede, capazes de receber arquivos de texto. No mesmo andar do nosso escritório havia uma pequena empresa de tecnologia. Conversando com o vizinho, ele me indicou outra empresa, de um amigo, que poderia criar alguma solução para essa comunicação autódromo-redações. Ao mesmo tempo, escrevia para todas as equipes pedindo tudo que elas pudessem me mandar de fotos em grande quantidade, para que eu enviasse aos jornais como parte do pacote editorial — textos e fotos, era o prometido. E chegavam pacotes e mais pacotes de cromos, fotos em papel, coloridas, preto e brancas, e eu ia mandando tudo para os jornais, gastando os tubos com correio. E com telefone.

Fui à empresa indicada. Ficava perto da PUC e se chamava, chama, ProdutoBrasil. José Otávio era, é, o dono, louco por F-1 e pela Ferrari. Prestava serviços para a Microsoft, seu escritório era cheio de computadores e eu não entendia nada do que acontecia lá dentro. Uma confusão dos diabos, computadores por todos os lados, e o fiel escudeiro Alex sempre pronto para resolver qualquer pepino a qualquer hora do dia da noite e da madrugada. Expliquei o que precisava. Zé bolou um esquema maluco, eu mandaria meus textos pelo laptop usando um programinha de fax, esses textos chegariam a um outro computador que distribuiria tudo por quatro linhas telefônicas que automaticamente discariam para os números de fax dos jornais e mandariam o material para eles. Mas ia custar caro. Tudo interurbano. OK, vamos nessa.

Jornais fechados, esquema de transmissão definido, faltava o principal: um patrocinador. Nosso cálculo era de 30 mil reais por mês, para que pudéssemos rachar o lucro e pagar as despesas. E o tempo passando, e a economia derrapando, e no fim das contas o Ricardo não conseguiu vender. Eu estava fodido. Cinquenta e cinco jornais tinham contratado minha agência e eu não tinha um puto para bancar a operação. Tomei no cu de canudinho.

Mas sempre tem um jeito. E aos 44 do segundo tempo, eu mesmo consegui um patrocinador. Um santo, na verdade: o Beto, da Antenas Santa Rita. Era uma grande fabricante de parabólicas, que patrocinava até o Rubinho na Jordan. O Beto era doido por corridas, gostou da ideia, fechamos em 8 mil reais por mês. Daria para pagar as despesas de transmissão. Não mais do que isso. Mas era um começo.

Mandamos fazer os anúncios, tudo em fotolito, e tome correio de novo, as peças enviadas em envelopes enormes, uma empresa de clipagem contratada para que eu pudesse mostrar os anúncios publicados ao Beto, e assim nasceu a Warm Up.

Em 1995, a cobertura de F-1 em 55 jornais brasileiros foi patrocinada pela Antenas Santa Rita. No ano seguinte, 62 jornais. E consegui, com a ajuda do Milton Neves, vender o patrocínio para a Schincariol. A Pan me contratou com carteira assinada, aluguei uma salinha no mesmo prédio, na Paulista. E visitava empresas, tentava vender a publicidade, e comecei a apresentar um jornal diário na rádio, e viajava, e me virava. O Zé Otávio, da ProdutoBrasil, desenvolveu um novo sistema de transmissão, por BBS, os arquivos ficavam num computador e os jornais que começavam a se informatizar pegavam os textos nesse computador, e no ano seguinte vendi o patrocínio da cobertura para a Credicard, lembro até hoje quando eles me mandaram um fax para Monza para fechar o contrato para 1997, eu nem acreditava. Chorei sozinho em Monza no terraço da sala de imprensa. Ao mesmo tempo surgia o “Lance!”, para quem cobri as corridas até 2010. Veio a internet, o Zé Otávio criou o site, www.warmup.com.br, onde a gente republicava meus textos com um ou dois dias de atraso para não “furar” os jornais, e vieram os e-mails, parei de gastar com fax, e depois fechei com a Sonax, sozinho, eu mesmo vendi, era incrível, e em 1999 veio a Petrobras, e depois a Elf, a VW Caminhões, a Repsol…

E no final de 1999, o Grande Prêmio. A internet estava começando a bombar, surgiam portais e sites a cada minuto, e o Matinas Suzuki me chamou para fazer um site de automobilismo para o iG, um portal novo que estava sendo montado e que revolucionaria a internet dando acesso de graça aos usuários — que, naqueles tempos, tinham de pagar provedores para ter uma assinatura e uma conexão à rede.

Para tocar o site, que estrearia junto com o iG no comecinho de 2000, chamei um menino, Tales Torraga, que conhecera uns anos antes quando fui dar uma palestra numa faculdade de Mogi das Cruzes. Ele era maluco por F-1, conhecia tudo, um pequeno gênio, que resolveu fazer jornalismo por minha causa. Contratei também outro moleque, Everaldo Marques, que me ajudava a produzir o Fórmula Jovem Pan na rádio. Escrevíamos o dia todo, notas e mais notas, e eu viajava para os GPs, e apresentava a “Hora da Verdade”, e comentava as corridas e também fazia reportagens, dezenas de boletins diários, entrevistas, gravações…

Em 2003 a internet já era meu maior negócio e os jornais foram diminuindo. Ainda assim, fiquei com muitos deles até 2011, quando já não havia patrocinador nenhum para a cobertura no impresso e os poucos que sobraram me pagavam um pouquinho por mês para receber textos, fotos e colunas. E foi em 2003 que desembarcou no escritório da Paulista o Victor Martins, que hoje toca a bagaça e é a alma do site. O Victor, que trabalhava no Banco do Brasil, estudava na São Judas e me mandava e-mails de vez em quando divinamente escritos, e eu guardava porque achava que um dia poderia precisar daquele cabra.

Pouco antes, no fim de 2001, saí da Pan e fui para a Bandeirantes, onde fiquei até o fim de 2005. Nesse mesmo ano, passei a fazer TV também, na ESPN Brasil. E no fim de 2005 estreou este blog dos infernos. Nesse meio tempo, vivemos uma baita crise na internet, entre 2002 e 2005, quando o dinheiro do iG simplesmente acabou. Nosso modelo de venda de conteúdo foi para o saco, me fodi, me endividei, mas mantive o Grande Prêmio no ar, consegui não mandar ninguém embora, acreditando piamente que um dia o jogo iria virar de novo, a internet era o único caminho possível para o jornalismo que a gente queria fazer.

Virou, a grana voltou, e ficamos no iG até o início de 2012, quando viramos parceiros do MSN, e agora, no mês que vem, vamos começar uma nova fase que ainda não posso dizer qual será — e nem sei se dará certo; 1994 revival para o bonitinho aqui.

Muita gente passou pela Warm Up nesses 20 anos. Certeza que esquecerei muitos nomes, mas na medida em que for lembrando (e o Victor vai lembrar de todos e me fará mexer neste texto 200 vezes) vou colocando aqui. Tales, Everaldo, Evelyn Guimarães, Victor Martins, Rodrigo Borges, Bruno Vicaria, Marcelo “Tuvuca” Freire, Rafael “Mindu” Sola, Marcus Lellis, Vitor Matsubara, Julyana Travaglia, Fernando Silva, Chico Luz, Thiago Arantes, Felipe Paranhos, Marcelo Ferronato, Luana Marino, Rafael Belattini, Paula Gondim, Juliana Tesser, Renan do Couto, Gabriel Souza, Paulo McCoy Lava, Gabriel Curty, Fagner Morais, João Paulo Borgonove, Felipe Giacomelli, Mauro de Bias, Pedro Henrique Marum, Andre Jung, Edgard Mello Filho, Rodrigo Mattar, Reginaldo Leme, Nathália de Vivo, Vinicius Piva, Eduardo Faustino, Hugo Becker, Gui Dorneles, Bruno Terena, Bruno Mantovani, Ivan Capelli, Américo Teixeira Jr., Daniel Balsa, Rodrigo Ribeiro, Rodrigo Berton… Muitos deles contratados através do sádico programa “Grande Estagiário”, concebido pelo Martins — uma espécie de Masterchef das letras. Espero que todos tenham lembranças doces daqui.

Fizemos muita coisa. Programas de vídeo no começo dos anos 2000, quando não havia banda larga. Revista impressa. Jornal para distribuir no autódromo. Podcast. Revista eletrônica. Livro com as colunas “Diários de Viagem”. Coberturas “in loco” maravilhosas, na contramão da maioria que fica sentada no sofá. Viajamos o mundo, fomos a todos os autódromos do Brasil, denunciamos casos de doping, de desvio de dinheiro público, de desmandos na cúpula do esporte, compramos brigas, fomos processados, somos odiados por alguns, admirados por outros, mas sobretudo, e acho que é o que mais importa, respeitados como uma empresa que faz jornalismo de verdade.

Sim, fizemos bastante nestes 20 anos. Ainda faremos mais, espero. Eu, pessoalmente, chego até aqui tão duro quanto sempre fui, dando as cabeçadas que sempre dei, mas dormindo tranquilo à noite, com a mesma esperança que tinha naquela tarde de 27 de setembro de 1994, quando levei uma caixa de papelão cheia de envelopes ao correio, de que um dia vai dar tudo certo.

182 comentários

  1. Olá,
    Gostei do artigo que li, aguardo mais informações do blog como esta que recebi.
    Para mim que sou um iniciante no assunto, são dicas muito importantes e que me ajudam muito a crescer.

  2. Paulo Lava disse:

    Estimado Amigo Flávio,

    Como vai? De pronto, registro que me sinto para lá de constrangido em escrever este recado. Pois, em que pese voce ter publicado este magnífico artigo no final de setembro, somente hoje tomei conhecimento. Não irei me alongar com detalhes sobre o motivo. Só sei que, mesmo com este considerável atraso, me sinto imbuído na missão de vir aqui e parabenizar voce pela batalha e por tudo o que voce passou / enfrentou para manter sua agencia em funcionamento.
    Expressar sincero cumprimento de PARABÉNS é ‘pouco’, eu sei; gostaria de tecer mais linhas e externar outros merecidos – e, claro, sinceros –, elogios. Porém… o que eu teria de ‘novo’ para dizer? De que forma eu poderia lhe surpreender?
    Me resta apenas somar-me aos incontáveis admiradores de seu trabalho em termos de externar congratulações e admiração por tudo. E, em termos pessoais, ressaltar que fiquei imensamente enternecido pela citaçao/lembrança de meu nome junto à todos que, em determinado momento, colaboraram com o GP.
    (Em um 2014 para lá de complicado, sua lembrança e registro me deixou feliz. Penhorado, agradeço)
    Por ultimo mas, não menos importante… aproveito o ensejo para parabenizar à você e demais integrantes do “WURA” (Warm Up Racing Agency) pelo otimo trabalho jornalístico empreeendido.
    Na torcida de rever você em algum evento aqui no RGS,
    Kind regards,

    Paulo McCoy Lava

    PS: Estou visitando, com certa frequencia, o MUSEU AUTOMOBILISMO BRASILEIRO. Dia desses, inclusive, pedi para uma amiga registrar foto minha junto do ‘69’. Seu email ainda é o mesmo? Gostaria de mandar uma imagem.

  3. D. Bertozzi disse:

    Cara, comecei a acompanhar o Grande Prêmio em 2010 e, quando fui contratado pela Fox no início deste ano, fiquei feliz em vê-lo na equipe do FSR. Uma feliz coincidência, de verdade. Já te respeitava como profissional e mais ainda depois de ler sobre a história da Warm Up. Belo relato. Parabéns!

  4. Harry disse:

    Linda história. Parabéns!

  5. Wagner disse:

    Amigo Flávio,

    Parabéns pequeno grande homem.

    Torço para que a sua trajetória de sucesso perdure para sempre.

    Abraços

  6. Dino disse:

    Emocionante, cara. Parabéns e muita sorte na nova fase.

  7. Jorge Suarez disse:

    uma bonita história siga sempre nesta mesma linha parabens.

  8. Paul disse:

    Parabéns à você e a todos os que fizeram da WarmUp/GrandePremio o grande site de automobilismo do Brasil…..que venham mais 20 anos.
    Abraços.

  9. Atenágoras Souza Silva disse:

    Lindo e emocionante texto, e parabéns!
    Só o li agora, desculpe-me.
    Brincando um pouquinho, como é ser um empreendedor de sucesso sem acreditar no livre-mercado?

    Vida longa ao site!

    Um grande abraço do fundo do meu coração vermelho de outubro de 1917,
    Atenágoras Souza Silva.

  10. Geraldo Flávio Chaves disse:

    Xará, parabéns!
    Tomara que você e seus companheiros durem pelo menos mais uns 80 anos!

  11. Pedro Araújo disse:

    Muito obrigado por compartilhar conosco essa trajetória, Gomes.

    Como leitores antigos (meu caso, desde 2004, no mínimo), muitos de nós vamos nos afeiçoando ao site+blog+podcast+videblog, então as histórias sobre o trabalho de vocês ficam tão interessantes quanto o resultado em si do trabalho.

    E ajuda a gente a entender e apoiar as posturas profissionais envolvidas.

    E, num caso oposto, saber a trajetória de empresas (jornalísticas ou não) de quem desconfiamos também é de grande valia. Sabemos do que estou falando, certo? (aliás, sábia postura a sua, de evitar aqueles confrontos antigos que existiam por aqui. menos um palco para o desfile daqueles tipos de conceitos)

    Parabéns, e boa sorte nessa nova fase aí que você comentou.

  12. Carlos André disse:

    É uma alegria, para quem gosta de automobilismo, ler as matérias de seu site e os textos de seu blog. Não nos deixe sozinhos. Vida longa a seu trabalho.

  13. Willians Thiago disse:

    Flavio qualquer um que conhece seu trabalho,pode discordar de vc em diversos aspectos, mas acredito que todos enxergam em vc um jornalista-entusiasta (um apaixonado pela profissão) o que nos tempos atuais é louvável e raro tbm. Parabens por toda sua perseverança em prol do jornalismo sério.

  14. Augusto Neto disse:

    Meu heroi, por conta de você e Grande Premio, quem sempre gostou do automobilismo em detrimento ao Futebol tem há anos uma verdadeira Biblia para ler todos os dias, não sou jornalista, mas há alguns anos me candidatei ao Grande Estagiario, fiquei triste por não ser selecionado, rsr, fui “descartado” por morar em Minas, sem problema, tenho profunda admiração e respeito pelo seu trabalho, sempre honesto, vida longa ao Grande Premio.

  15. Luiz Carlos disse:

    Flávio, acompanho este site desde 2004, religiosamente todos os dias. Sou viciado em automobilismo e o que você fez foi como ganhar a Indianápolis 500 do jornalismo esportivo. Não dá pra comparar com a TV, lógico, é outra realidade. Mas na internet, é imbatível. Parabéns a toda equipe GP pelos 20 anos. E rumo aos próximos 20…

  16. Leonardo disse:

    Parabéns Flávio, acompanho o site a muito tempo, lembro q buscava algum lugar com colunas do Reginaldo Leme, e achei aqui. o Regi saiu do site, mas ai já era tarde, já tinha gostado de todo o resto.

  17. Mariot disse:

    Parabéns aos envolvidos! Que venham mais 100 anos!

  18. ewerton souza disse:

    parabéns grande prêmio,não sei o que seria da minha vida sem vocês!

  19. Roder disse:

    :) Bela Merda! kkkkkkkk

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