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quarta-feira, 1 de outubro de 2014 - 11:01F-1

SAIU DO FORNO

ohondaSÃO PAULO (tá esquentando) – Eis aí o motor que a McLaren de Alon…, digo, a McLaren vai usar no ano que vem. A Honda revelou as primeiras imagens do V6 turbo que marca sua volta à categoria e à parceria mais vitoriosa de sua história.

Com quem será que esse motor vai acelerar?

47 comentários

  1. Regis disse:

    Os japoneses e alemães são muito fortes quando o motor exige tecnologia, até hoje nenhum motor de f1 que não seja destes 2 países ganhou campeonatos de F1. Como fã da Ferrari morro de medo da BMW, Mercedes e Porsche (agora apoiada financeiramente pela Volks) e também da Honda e Toyota. O regulamento atual se não mudar vai ser uma guerra de motores como disse o Newey, a FIA precisa urgente liberar o consumo de combustível. para que motores de outras nacionalidades tenham chance. É claro que a coisa mais importante da F1 é o dinheiro uma equipe como a Mercedes e a RBR gasta 20 vezes mais que a Marússia, tem 10 vezes mais técnico, algumas tem até túnel de vento etc…mas o motor hoje é muito importante talvez uns 35% do conjunto, na era era turbo da década de 80 segredo do motor Honda turbo era o seu consumo de combustível., até mesmo a Lotus 1987 foi bem mesmo usando motores Honda de 1986, as velozes Mclaren-Porsche 1987 eram mais quase tão rápidas quanto as Williams, mas nas corridas corridas a Williams e em menor escala a Lotus por causa do consumo eram superiores, naquela época um motor valia uns 30%, já na era aspirada como a pressão atm é igual e o consumo liberado o motor vale uns 15%, mas depois que colocaram limitador de giros nos aspirados lá por 2008 (não tenho certeza) o motor passou a valer 5%., Os motores Ferrari, Mercedes e Renault eram quase iguais em tudo. A FIA vai mudar as regras absurdas que criaram e que beneficia muito a Honda que entrou por último (logo pode copiar as coisas boas da Mercedes, da Ferrari e Renault), a Ferrari e a Renault estão com arquitetura errada do motor, a RBR chegou a pensar em comprar o motor Renault porque aí mudando o nome do motor podia modificar todo ele, a Renault chegou a pensar em chamar o seu motor de Nissan, para modificar totalmente o seu motor, As regras precisam ser mudadas no tapetão.

    • LFC disse:

      “Os japoneses e alemães são muito fortes quando o motor exige tecnologia, até hoje nenhum motor de f1 que não seja destes 2 países ganhou campeonatos de F1″.
      Renault é francês e já ganhou campeonatos… Cosworth é inglês e tb já venceu.

      • Regis disse:

        Querido LFC,

        Renault, Fiat, Climax, BRM e Ford foram campeãs com motores que eram aspirados com consumo ilimitado de combustível que quase não exige tecnologia de ponta, porque a pressão atmosférica é 1, logo o torque vai ser muito parecido entre todos os motores, na realidade se tiver diferença de aceleração vai ser pequena (pela taxa de compressão) o que é importante neste tipo de motor aspirado é girar alto, aí exige um pouco de tecnologia que é o sistema pneumático, a grande cavalaria que os motores TOP tipo Renault, Mercedes em pistas de alta velocidade, mas ao custo de muito gasto de pneus e combustível. O bom de ter um Renault ou Mercedes é o fato deles injetarem quase 100 milhões de dólares nas suas equipes de F1 é por isto que a RBR ou McLaren foram competitivas é pela ajuda da fábricas de motores, mas imagina proibir os motores de girarem a mais de 18 rpm, até eu, um simples mecânico com uma pequena oficina poderia ter um motor razoável.

        Olha o bom desempenho da Jordan aspirada em 1993 com o motor artesanal Hart, do qual eles tinham que pagar, eles colocaram o Peugeot no ano seguinte e mesmo com o mesmo chassis e os mesmo pilotos eles decaíram, mesmo a Peugeot colocando 25 milhões de dólares na equipe, o Peugeot era mais potente que o Hart, mas no resto o Hart não perdia para o Peugeot.

        A própria Mugen tinha um bloco de motor Honda antigo e com pouco investimento e tinha bons motores só era ruim de potência, mas torque, consumo resistência eles eram ótimos.

        Olha a McLaren em 1993 usou motores com 2 anos de atraso que foi o Ford de 1991 e teve bons motores, a evolução de um motor aspirado é 2-3% de potência ao ano.

        Já um motor turbo é bem diferente, em 5 ou 6 anos eles dobraram de potência, a evolução é muito grande ano a ano, quem conseguir mais pressão de turbo leva vantagem, a diferença de torque entre um BMW que tem pressão de corrida de 3,9 bar para um Hart que tem pressão 3,0 bar é monstruosa, é como você comparar um motor de 2,0l com um motor 1,4l, o giro não é importante, um BMW só girava a 11 mil rpm, mas era o mais potente de todos, e se você colocar mais limite de consumo, aí o domínio alemão e japonês será total.

        Resumo motores de F1 que exigem tecnologia são os atuais de 2014 e os antigos de 1983-1988, o resto (aspirado sem limite de consumo) qualquer um sabe fazer até os argentinos queriam entrar na F1, através do Berta e pode acreditar os seus motores seriam de boa qualidade. Mas se o regulamento exigir tecnologia aí os alemães e japoneses levam vantagem. Por isto que precisamos mudar o regulamento para que americanos, ingleses, franceses, argentinos, bolivianos etc…tenham chance.

    • Fabio disse:

      Regis sua análise é muito interessante e fecha com a do Nélson Piquet, que apesar de ser descendentes de franceses, sempre foi fã da tecnologia alemã. Quando perguntaram em 1987 para o Nelson quem podia enfrentar a Honda (japonesa) nesta tecnologia de turbos , ele disse que só os alemães da BMW, Mercedes e Porsche, o resto não tem chance.

    • zeca disse:

      Regis em 2015 os alemães e japoneses estarão brigando (escondidos) e por isto a guerra de motores vai pegar fogo, a Ferrari está pedindo ajuda para a BMW (e está aceitou) para fornecer os turbos e alguns acessórios ao seu fracassado motor 2014, com isto o motor Ferrari de 2015 deverá melhorar muito. Assim como os japoneses roubaram técnicos da Mercedes, a Renault e a Ferrari também roubaram, os alemães da Mercedes também usam uma turbina japonesa, mas você tem razão em matéria de motores a Alemanha e o Japão estão na frente.

  2. Clayton Araujo disse:

    Acho que Alonso assinou a McLaren também. Mas não terá vida fácil com Magnussen não. Alonso é rápido e consistente mas o garoto, na minha opinião, é muito bom. Espero que a McLaren lute por vitórias, é minha equipe favorita. Veremos.
    Um abraço a todos.

    Clayton-Salvador-Bahia

  3. ERNESTO GOMES disse:

    Além de empurrar o carro, será que voltaremos a ter uma sinfonia na F1? Digo isso porque do zunidos de 20.000 rpm (erre-pê-mê’s) caíram para esse treco parecendo um “ronco-daquele-tio-que-fica-no-sofá-de-sua-casa-e-nunca-vai-embora-depois-daquele-churrasco-de-domingo”.

    Deus Salve o barulho da F1 (retorno)

  4. alan disse:

    Bonito, sera que anda bem, sera que vai se adaptar bem aos carros, aos estilos dos pilotas….. veremos.

  5. Marcelo disse:

    E aquele amor todo que o Alonso sempre cravou pela Ferrari, sumiu? Tadinho do futuro companheiro do espanhol! Se for Button, menos mal, o inglês esta em final de carreira, se for Magnussen, é o começo do fim…

    E ainda dizem que número de títulos não quer dizer muito, mas a partir de três o piloto atinge outro patamar, e o espanhol esta se mordendo todo pra ser tricampeão. Mclaren é a última chance de Alonso chegar ao tricampeonato? Muito difícil os japoneses da Honda fabricar logo de cara um motor fantástico. Deve levar pelo menos, três anos pra começar incomodar os rivais. Bom lembrar, nos anos 80 a Honda voltou a F-1 pela equipe Spirit(GP Brasil 83), no mesmo ano, os japoneses fecharam com a Williams. Mas o time de Frank Williams só começou a perturbar a partir de 1985. Em 86 seria o ano da consagração, mas o título só veio em 87. A Honda ficou tão puta da vida por perder o título pra Porsche, que no ano seguinte fechava com a Lotus. Williams acabava de perder a exclusividade do motor Honda. Quem acompanhou essa época sabe, motor forte(e confiável) levava muito crédito nos pódios, vitórias e títulos. Esqueça essa balela que piloto levava 50% do mérito na vitórias nos anos 80.

    O crédito ficava dividido 25% ao motor, 25% aos fantásticos projetistas, 25% aos pilotos e 25% ao eficiente trabalho de boxes. Williams por exemplo, contava com um fantástico motor, um bicampeão consagrado(Piquet), dois gênios na prancheta(Frank Dernie e Patrick Head). Pra finalizar, Frank Williams comandava tudo com mão de ferro nos boxes. Não tinha como a equipe perder o título em 87.

    Acredito que a Mercedes vai continuar forte em 2015. RBR deve se recuperar e voltar a brigar por vitórias e até aos títulos. Ferrari e Mclaren devem visar muitos pódios, próxima meta as vitórias em 2016, pra finalmente brigar pelo título em 2017. Organizar um time não é fácil, e Ferrari e Mclaren estão uma bagunça.

    Em 2000 a Honda retornou ao mundial, dessa vez pela BAR, a primeira vitória só veio em 2006 no GP da Hungria, o título só foi conquistado em 2009, pela Brawn-GP.

    Não se iludam com tradição de nome, o motor Mercedes também sofreu muito pra chegar a primeira vitória em seu retorno. A estreia foi no GP Brasil 94 pela Sauber, a primeira vitória só aconteceu em 97 pela Mclaren, o título só veio no ano seguinte com Hakkinen.

    Na Formula Um a coisa é mais embaixo, estamos falando de um campeonato mundial…ninguém chega atropelando logo de cara. A Honda tem todos os dados da temporada de 2014? Não!!! Ela tem experiência do trabalho em pista? Também não!!! O motor pode até nascer forte, mas vai precisar de um baita piloto pra desenvolver em “configuração de corrida”. O grande problema pode estar na confiabilidade, e como os testes estão proibidos, como transformar um motor potente e confiável? O jeito é esperar as temporadas passar…não vejo o motor japonês vencer antes de 60 corridas. Se conseguir esse feito logo de cara, vai ser uma grande surpresa!

    Uma surpresa cheio de suspeitas…não existe “santinhos” no Planeta Terra, muito menos na Formula Um.

    • LFC disse:

      Só uma correção: Brawn tinha motor Mercedes.

    • Leandro disse:

      25% depende do motor, 25% do projetista, 25% do piloto, 25% do trabalho de boxes? Não é o que o pessoal especializado em F1 diz: a maioria diz que o dinheiro e a estrutura de uma equipe é o item mais importante. Todo mundo viu o fracasso dos motores Honda, BMW, Ford, Toyota, Peugeot com equipes fracas em estrutura, todo mundo viu o fracasso de grandes projetistas como Newey na Copersucar e na March, ou de Byrne na pequena Toleman, ou de Barnard na Prost, Arrows, o próprio Chapman fracassou no final de sua carreira quando a Lotus se endividou. O dinheiro é 70% de um F1, outra coisa importante é os pneus, se tiver guerra de pneus eles chegam valer 50% do conjunto. Todo mundo sabe que o grande desempenho da Mclaren em 1984 tem a haver com o Michelin, a Mclaren perdeu em 1985 estes pneus e em 1985 e decaiu muito (a Renault então só fez fiasco em 1984 quando resolveu usar os Goodyear, em 1983 tinha ido super bem com o Michelin), olha a Prost em 1997 tinha um carro muito rápido, mesmo com pouca estrutura e pouco dinheiro e um motor Mugen com 100 cavalos a menos, mas usava os Bridgestone se tivesse um piloto melhor poderia ganhar o campeonato de 1997, olha que o Hill fez na Hungria com os Bridgestone com a pequena Arrows que usava o medíocre motor Yamaha (judd), mas tinha pneus superiores e quase ganhou, bastou em 1998 a Mclaren e outras usarem os Bridgestone para desequilibrar o campeonato, a equipe Prost foi lá para baixo de novo e aí começou a culpar os motores Peugeot, todo mundo sabe que os massacres de Schumacher com a Ferrari entre 2002 e 2004 tem a haver com os pneus Bridgestone que eram superiores aos Michelin, os Brid eram quase exclusivos da Ferrari, ela era a única equipe rica que podia testar estes pneus, enquanto isto as outra 6 ricas usavam Michelin, a FIA teve que mudar o regulamento para acabar com os japoneses. Para mim, pelo que eu vi na história da F1, a estrutura e o dinheiro são os itens mais importantes, mas se tiver guerra de pneus estes também são muito fortes. Motor vale pouco, a não ser que tenha muito tecnologia (tipo turbo ou consumo) como disse o Regis. Piloto também vale pouco exceto em pista molhadas e travadas, boxe não vale nada. Projetista vale bastante desde que a equipe seja rica.

  6. Emerson Carneiro disse:

    Lindo ! Obra de arte ! Quero ver na pista agora !

  7. Robertom disse:

    O Américo não publicaria se a fonte não fosse confiável.
    Agora queremos saber quem vai ficar com a vaga do Choronso na Ferrari e qual será o infeliz “teammate” do espanhol…

  8. Israel Cesar Ribeiro disse:

    Américo Teixeira acabou de cravar: Alonso será piloto da McLaren Honda em 2015!! Devo admitir, como torcedor da McLaren, que ficarei muito insatisfeito caso esse “furo” se concretize…

  9. Celio Ferreira disse:

    Niponicos não dão ponto sem nó, esse bicho aí vai arrebentar com motores
    mercedes e renault, TIVERAM UM ANO PARA BISBILHOTAR.

  10. charles disse:

    Queria que fosse pra McLaren mesmo, porém, gostaria que a partir daí a Ferrari se tornasse imbatível, só pro espanhol se “roer” de ódio.

  11. Marcel disse:

    Se vai andar bem, se alonso vai ou não… Ainda não da p saber.

    Mas que é bonito o danado, isso é!

  12. Anderson Pereira disse:

    Vez em quando a F1 surpreende as pessoas.
    Quem poderia imaginar que a Brawn GP fizesse aquele sucesso todo em 2009?
    Quem apostaria em um inexpressivo Jenson Button para ser campeão do mundo?
    Quem não achou que Lewis Hamilton tinha feito a maior burrada ao trocar Mclaren por Mercedes em 2013?
    Então, eu não ficaria surpreso se a Ferrari em 2015 voltar a ser competitiva.
    Os novos projetistas são bons, o tunel de vento reformulado já está sendo utilizado, o motor vai receber melhorias.
    Existe a possibilidade de Alonso dar um tiro no pé se sair agora da Ferrari.

  13. jorge luiz disse:

    COMO DIZ O SIMÃO, BUEMBA BUEMBA! HAMILTON VOLTA PRA CASA, E VAI ARREBENTAR ESSA PARCERIA HAM, HONDA E MACLAREM,QUEM VIVER VERÁ!

  14. Caipira disse:

    Por fora o motor e bonito.
    Ja Alonso na McLaren … hummm.. Como Kimi na Ferrari, de volta para o futuro? tipo Robinho no Santos e Kaka no Tricolasso??
    Sei nao, com tanto moleque talentoso chegando todo ano na F1, acho bem fraquinha essa mentalidadezinha das velhas-grandes equipes. Sera por isso que tomaram tanto pau da Red Bull e agora da Mercedes (e da Red Bull) ?

  15. askjao disse:

    Dizem que ele ligou para um certo deputado brasileiro que disse: Alonso, pior não fica!

  16. MAGNUM disse:

    uai, então ce também já sabe que ele fechou?!?!

  17. Banzé disse:

    Espero que este motor exploda muito no carro do Alonso…

  18. Adailton disse:

    Falando sério… Alguém realmente acredita que os japoneses estariam atrasados, tendo os dados dos outros motores à disposição? Eu acho que vem uma joia por aí e estão apenas liberando contrainformação para algumas “fontes” escolhidas a dedo “vazarem” para a imprensa. A conferir.

  19. Chupez Alonso! disse:

    Vai Alonso!

  20. Marcelo Martinez disse:

    Pode ser o Alonso.
    Agora o que eu gostaria mesmo é de ver o Vettel na Ferrari e o Alonso na Red Bull. Mas, acho que isso não vai ser possível… infelizmente.
    Agora se realmente ele sair da Ferrari (como dizem por aí) a McLaren-Honda é uma boa mesmo.

  21. Vitão disse:

    Aparentemente o motor separa as partes quente e fria da turbina, a la Mercedes. Boa sacada. primeiro a pilota-lo ? Stoffel Vandoorne , terceiro piloto do team.

  22. André Sb disse:

    Entre ficar na Ferrari obtendo resultado de terceira (quarta, quinta…) categoria e apostar na Mclaren, digamos que Alonso teria 70 milhões de motivos para decidir pela segunda hipótese.

  23. Ulisses disse:

    Acredito que seja, a curto prazo, a única equipe que tenha condições de bater a Mercedes.
    Mas, se for Alonso no carro … sei não, o espanhol desagrega!
    A lógica na nova etnia da equipe seria Button e “Koba”! Forte pacas!

  24. marcos disse:

    Alonso(metido p/carai) vai para a McLaren, e termina a carreira só com o bi….já era.

  25. sandro disse:

    Se fala tanto nessa honda, mas como equipe não foram nada de mais.

  26. Marcos José disse:

    O espanhol já assinou mas o anúncio dos pilotos (o outro é Magnussen) será nos EUA e não no Japão; Button dança por mais que diga que a equipe precise de um piloto experiente e entenda a maneira de trabalho dos nipônicos. A dupla ideal para a Honda na McLaren seria na minha visão Alonso e Kobayashi mas como o japonês já foi piloto da Toyota no passado talvez a Honda não o quer. Surpresa seria o Button ficar ou pintar outro piloto (seria Grosjean?) no lugar do Magnussen para formar a dupla com o Alonso.

    • Claudinei disse:

      Kobayashi só entra na Mclaren se fizer uma baita corrida nesse fim de semana e conquistar pelo menos um pódio com aquele lixo de carro da Caterham, fazendo ultrapassagens espetaculares. Com isso os japoneses em geral não só os fãs do automobilismo japonês vão pressionar a Honda a contratá-lo mesmo sendo cria da Toyota. Convenhamos, é mais fácil ele acertar na Megasena sozinho…

      • Marcos José disse:

        A Honda poderia impor ou até mesmo exigir um piloto japonês como ela fez com a Lotus em 1987-1988 para fornecer o motor para a equipe, baseando nisto que escrevi que o ideal para a McLaren seria o Kobayashi, seria um piloto que não atrapalharia de imediato Alonso na equipe. A McLaren manterá Magnussen, agora o Button ou se aposenta (o que é mais provável) ou vai para a Ferrari no lugar do Alonso (que seria realmente uma grande surpresa para todos).

  27. Luis Felipe disse:

    Acho que os japoneses podem ter se dado muito bem em ter atrasado em um ano seu retorno à F1. O fato de coletar, na calada, os parâmetros técnicos do motor Mercedes coma ajuda da McLaren provavelmente foi uma sacada de gênio. Claro, tudo vai depender de como vai andar a bagaça nos primeiros testes. A Honda sempre fez motores muito bons, alguns excepcionalmente bons. A McLaren costuma fazer carros bem equilibrados, embora o deste ano esteja devendo. Na minha opinião, Ron Dennis mandou o pessoal de Woking parar de gastar neurônios e libras à toa com o projeto deste ano e concentrar tudo para o ano que vem. Se Alonso vier mesmo, aí sim o time deve vir muito forte para 2015. Vamos ver.

  28. Arildo disse:

    Acredito que esta seja a base do motor e que ainda devem modificar muito a disposição do turbo e gerador. Quanto a Alonso é sua unica opção e salvo a contratempos a melhor disponível a Ferrari anda perdida as equipes equipadas com Renault devem sofrer um período longo com falta de potencia. A Honda estrategicamente volta um ano depois da introdução dos motores com regulamento atual e assim teve tempo de analisar os adversários e as melhores soluções.

  29. Alonso não vai ser bobo de deixar passar esse último cavalo selado da carreira.

  30. RENE FERNANDES disse:

    Será que os japas otimizaram o ronco do motor???

  31. Ricardo Bigliazzi disse:

    Se for um fracasso… com o Alonso.

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