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quarta-feira, 10 de junho de 2015 - 19:46Fusca & cia., Publicidade

FUSCA DO DIA

O vídeo não é novo, mas é tão gracioso que merece ser visto dois anos depois de sua publicação. O fato é que todo mundo tem uma história com um Fusca. Conte a sua, então. A dica foi enviada nos comentários, mas não anotei o nome do blogueiro.

22 comentários

  1. Douglas de Almeida disse:

    Foi o 2º carro que dirigi, o primeiro um Monza SL/E 1.8. Era um 68 do meu vô.
    Adorei o Fusca neste momento, pois achei mais fácil de dirigir que o Monza.
    Meu pai não gostava de Fuscas, comprei o meu Fusca (tenho até hoje) em 2008, um 1300 74 preto de fábrica, em Goiânia. Já desconfiava que ele era uma ex-viatura policial, pois sua placa amarela era OF-#### sigla essa destinada a veículos oficiais. Há poucos dias achei as siglas pintadas, que designavam a qual departamento pertencia, no caso Polícia Cívil de Goiás, perto dos quebra-sóis por baixo do forro do teto. Acontece que neste ano, o Fusca não tinha o teto forrado até na borracha do pára-brisas, acabava antes, então ficava ali as siglas, quando fizeram o teto novo, forraram por cima indo até o pára-brisas, por isso encontrei por baixo do forro.
    Na mesma semana (lá em 2008) meu se encantou com um Fusca 82 1300 e comprou-o.
    Fiz várias viagens com este 82, indo inclusive de Goiânia até o encontro de Águas de Lindóia. Depois sugeri que meu pai fosse melhorando de Fusca (ele adorou o Fusca), e trocou por um 84 1600, até chegar onde queríamos; um Fusca 1986 1600 Exportação à gasolina. Neste meio tempo, meu irmão adquiriu um Fusca 1994 prata que tem até hoje. E de 2008 até hoje são muitas histórias abordo dos Fuscas. Abraço.

  2. Antonio disse:

    Ano 1975. Indo com meu pai de ônibus até a concessionária Vimave ( que era do Silvio Santos ) buscar o Fusca 1500 ano 73 azul Niagara. Veio com um rádio AM com a marca
    Vimave que eu devia ter guardado. Devia ter guardado o Fusca também!

  3. Harry - BSB disse:

    Caraca!!! um brother meu tinha um fusquinha com um tojo e várias panelas. Ele alucinava no som eu ficava puto e tampava os ouvidos, mas tudo bem.
    Um momento inesquecível foi quando ele foi fazer uma curva, como ele estava louco trepou nas guias. Do jeito que subiu ele desceu e seguimos em frente. Acreditem ou não, não aconteceu nada com o fusquinha. Isso foi motivo de risos durante muito tempo. A caranga até ganhou o nome de hércules!!!!

  4. Banana Joe disse:

    Histórias com um Fusca?
    Bom, pra começar meu pai tinha um Fusca quando namorava minha mãe, portanto posso até ter sido concebido dentro de um deles.
    Meu primeiro passeio de carro, com certeza, voltando da maternidade foi de Fusca.
    Fui atropelado (só um arranhão…) por um quando tinha 10 anos.
    Aprendi a dirigir em um deles.
    Tive um Fuscão e pra não fugir à tradição, namorei bastante dentro dele…
    Pena hoje não termos mais carros icônicos.
    Automóvel hoje não é mais parte da família, e isso tem seu lado bom e seu lado ruim.

  5. Ubaldir Jr. disse:

    Meu primeiro carro foi um Fusca 1974, comprado em 1989. Fiquei com ele até 1997. Fica até difícil contar “uma” história com o carrinho. Foram algumas centenas. O único carro que realmente teve “alma” em minha vida.

  6. PedroL disse:

    Dia do trabalho de 1989, eu com 4 anos de idade, minha mãe fora com o fusqueta que meu pai havia acabado de comprar após uma bem sucedida aposta no jogo do bicho, numa missa realizada na empresa que meu pai trabalhava, um posto de combustível, da Texaco diga-se. À esquerda do posto, onde a missa era celebrada, havia uma descida extremamente ingrime, 60 metros ladeira à baixo havia uma rampa de lavagem com uma pequena casinha de madeira, e ao lado uma vala de uns 5 metros +/- de profundidade. Como de praxe, eu e dois primos estávamos inquietos aprontando por ali, não lembro exatamente o que fizemos de tão grave assim, mas minha mãe, com um método brilhante de punição, nos colocou de castigo dentro do fuscão, estacionado no inicio da ladeira – sem arranque? não sei, fusca estacionado propositalmente no inicio de uma ladeira era algo bastante comum na época. Fiquei do lado do motorista claro, o fusca era meu, e de alguma forma, vim a descobrir anos depois, acabei soltando o fusca ladeira abaixo, só parou ao encontrar a casinha de madeira em seu caminho. Felizmente nada de grave aconteceu, com exceção da casinha e da frente do fusca. A missa foi interrompida claro, uma vez que as pessoas que ali estavam, partiram desesperadamente ao nosso encontro.
    Essa foi minha primeira experiência na condução de um veículo, é uma lembrança tão viva que recordo ficar por anos a fio imaginando o que eu deveria ter feito para evitar a batida, cheguei a conclusão que deveria ter virado para a direita e ter dado a volta no posto.

  7. Gus disse:

    Hummm…faz mais de vinte anos, talvez uns 22. Meu fusca 1300 tinha vacuômetro no painel, eu parava nos points jovens da época, engatava a ré, e segurava no freio de mão, como a espia pegava em apenas uma roda, era questão de segundos para a roda girar em falso e levantar densa fumaça branca de pneu – os donos de carros potentes (V8′s e afins), olhavam a fumaça do burnout, o ponteiro do vacuômetro no vermelho (de fora do carro, não identificavam corretamente o dispositivo), e pensavam que o cascudo tinha alto veneno – rsrsrsrrsrsrsrsrs. Era uma pequeníssima lenda do local (igualmente pequeno), por isso e por sua traseira rebolativa (sic) nas curvas de esquina…

  8. Rodrigo Freitas disse:

    Cresci dentro de um Fusca 75 Vermelho Nobre, comprado 0km pelo meu pai. Já adulto, chegou a hora de procurar o meu. Gastei todas as economias em um 69 Azul Cobalto que é o meu xodó. Estou com ele há 8 anos e recentemente fiz uma reforma geral, na qual detonei todas as economias de novo! Como estou esperando o nascimento da segunda filha, já conversei com a mulher: preciso de um segundo Fusca, para que cada uma tenha o seu de herança!

    Aproveitando o assunto, no próximo sábado, 20, realizaremos aqui em São Luís-MA mais um evento em comemoração ao Dia Mundial do Fusca, no São Luís Shopping. Há quatro anos realizamos o evento e, em 2015, além da exposição dos besouros, estaremos recolhendo alimentos não perecíveis, que serão doados a uma instituição de caridade. Também firmamos uma parceria para que uma unidade móvel para receber doações de sangue.

    Se você puder nos dar uma força nessa divulgação, Flávio, ficaremos muito agradecidos! A iniciativa é do Fusca Clube SLZ e dos Fusqueiros da Ilha.

  9. Edson Luis de Paula disse:

    A minha melhor história de Fusca é de 65 que meu pai tinha. Estávamos em Interlagos,o bairro, até então quase sem casas e a correia do alternador começou a patinar. Quando o meu pai foi conferir ela estava desfiada quase arrebentando.
    Já comecei a imaginar com sete ou oito anos andando até a “civilização”.
    Nisso parou um cidadão e quase sem dizer nada arrancou umas tiras de capim, fez uma trança, colocou no lugar da correia avariada e disse na maior calma pra seguirmos viagem, devagarzinho…..

  10. Kuka Lienert disse:

    Meu primeiro e único Fusca foi um New Beeatle 2006/2007, preto com interior caramelo. Eu sempre o chamei de Fusca, e com orgulho! Adorava as “alças” para ajudar o passageiro de trás sair do carro. Ele era incrível…. Me arrependo amargamente de tê-lo vendido. Pena que não aparece no vídeo… acho que ninguém de fato considerava o New Beeatle um Fusca… este mais novo então, para mim, perdeu totalmente a graça! Carta fora do baralho!

  11. Reinaldo Bascchera disse:

    O meu é um Sedan 1300, Branco Polar, ano 1977. Está “em família” desde 1981. Era do meu cunhado que ganhou do pai dele (meu sogro mais tarde) quando fez 18 anos. Em 1986 o pai o recomprou e o deu à sua filha, que viria a ser a minha mulher anos mais tarde. Nessa época éramos namorados. Nos casamos em 1990 e consegui mantê-lo conosco até hoje, apesar da resistência da “patroa”. Como diria o saudoso Vicente Matheus ele é “invendável e imprestável”.

  12. Gustavo disse:

    Definitivamente o ícone da indústria automobilística mundial.

    Como muitos dos nascidos em fins da década de 1960, e início de 1970, aprendi a dirigir neste maravilhoso carrinho, tive um como meu primeiro automóvel, e ainda sinto prazer inigualável quando dirijo um deles.

    Existe um famoso anúncio da África do Sul (abaixo) que apela fortemente aos sentimentos daqueles que conheceram o Fusca original.

    https://www.youtube.com/watch?v=XbF0ntOaY6s

  13. Leo disse:

    Muitos já tiveram um Fusca e podem contar várias histórias com ele. Não é meu caso, pois nunca tive um. Mas foi um Fusca que levou minha mãe até a maternidade no dia que eu nasci.

  14. Fábio A. Yoshida disse:

    Fusca?

    - 2° carro que dirigi na minha vida, o primeiro foi uma Ford Belina Corcel I 1977;
    - 1° carro que tive que manter;
    - 1° carro que comprei com meu próprio suor;
    - 1° carro antigo que fiz uma restauração completa;
    - meu carro atual;

    Preciso dizer mais alguma coisa?

  15. Bruno Mantovanelli disse:

    Há 9 anos que uso o Fusca todos os dias. Hoje tenho um 1984 Bege Vime, maravilhoso!
    As pessoas sempre me perguntam porque ando de Fusca. Respondo que fiz essa escolha pois ainda não produziram um carro melhor e mais bonito, simples assim.
    E a cada dia que passa, eu tenho mais certeza que o Fusca foi o melhor carro já produzido. Foi concebido na década de 30 e está firme e forte até hoje rodando pelas ruas. Amo meu carrinho e nunca vou trocá-lo por essas porcarias eletrônicas feitas de plástico.

    • Ricardo Linares disse:

      Parabéns amigo! Falou e disse! Sou o feliz proprietário de 3 Fuscas, um 61, um 71 e outro 76. São carros fantásticos….aliás todos os Fuscas são. Parabéns a todos que deixaram seus comentários aqui pelo extremo bom gosto na escolha dos carros. Qual outro carro faz as pessoas buzinarem umas as outras quando se cruzam? Só o Fusca mesmo… Abs!

  16. Gustavo Segamarchi disse:

    Minha história com um Fusca é a seguinte:

    Quando eu era pequeno, em 1994/1995, meu padrinho, tinha um Fusca branco, mas não me lembro o ano.

    Quando íamos para Iperó/SP encontrar o meu avô no porto de areia do amigo dele, o Fusca parava por problemas na bobina de ignição, pois a bobina esquentava muito, ocasionando, assim, a parada do Fusca, então o meu padrinho pegava um pano molhado e colocava em cima da bobina, e tinhamos que ficar de 20 até 30 minutos, esperando a bobina esfriar.

    Eu detestava aquela situação, e pra ajudar, a minha madrinha falava que o fusca ia pegar fogo, já que eu andava no banco de trás, eu não via a hora de descer do Fuscão.

    Quando eu descia, era um alívio total!

    Contem suas histórias, aqui na caixa de comentários. Todos devem ter uma história para contar com um Fusca!

    Abraços!

  17. pedro afonso scucuglia disse:

    1968. Meu primeiro fusca. Ano 64. Cor? Azul calcinha. Foi fantástico tê-lo comigo até 1972. Vendi pra comprar o terreno onde construimos nossa primeira casa. A casa começamos a pagar com a venda do fusca da minha mulher. Velhos tempos, belos dias (apud Roberto Carlos).

  18. Claudio Bassi Elias disse:

    19 de abril de 1979, dia e que peguei o meu Fusca 1300L Verde Indaiá na Concessionária Servauto na Lins de Vasconcelos (Cambuci). Passados 36 anos, estamos juntos: ele já com placa preta, como saiu da agência e eu com “alguns” cabelos brancos. Ele com o porta malas cheio de histórias, eu com muitas dores nas costas.

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