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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016 - 17:58Motoland

MOTOLAND

Fiquei muito tentado… Vamos lá, dissertem sobre a CG a álcool.

cgalcool

19 comentários

  1. Sanzio disse:

    Tem um mecânico aqui em Jaú que você deveria conhecer, Flavio. O nome dele é Dirceu.
    O cara é uma figura, conta muitas histórias dessas motos antigas!

  2. Alexandre disse:

    Se tem algúm colecionador de motos lendo esse comentário, pra você eu tenho uma XLR 125 ano 2000 com apenas 900 km, e também tenho uma CG 125 1978 com 9 mil km. Caso tenham interesse meu e-mail é pedidos@universalmotos.net.br

  3. Rodrigo disse:

    CG a alcool, naum era a ML? O que era a ML?

  4. Rogerio Kezerle disse:

    CG sempre foi uma moto extremamente confiavel, mas essa primeira à alcool era uma bosta..kkk Na epoca não compensava. Além do problema para pegar ainda o consumo não compensava. A tecnologia ainda era muito atrasada.
    Até hoje, moto à alcool só se o cara rodar centenas de kms por dia.

  5. Riacardo Bigliazzi disse:

    Se não me engano as motos atuais são “flex”. É isso mesmo?

  6. Eu tive uma titan 2000, que usava pra entregar pizzas à noite. Por um tempo ela rodou a àlcool (valia a pena pelo preço da gasolina), após uma troca de giclês e um ajuste fino do carburador. Nunca tive problemas pra dar partida com ela e segurava a marcha lenta sem muitos problemas.

  7. Lio disse:

    Ola Flavio se interessar para Vc ou Para quem gosta de colecionar tenho uma YBR E 2007 com apenas 190 kilometros originais Preço $5.500 apenas email lelof1@hotmail.com Financia

  8. adilson disse:

    eu tive uma RX 125 a alcool era o cão pra pegar no inverno.

  9. Eduardo disse:

    Eu gosto de motos antigas e já reformei algumas, Yamahas DTs 125 1975 e DT 250 1974, Yz 125 1980, suzuki GT 380, Montesa 360, etc. A fama de restaurador se espalhou e um amigo contou para o primo. O rapaz me liga um dia e pergunta se eu reformo motos. Eu disse que sim, como hobby. Ele pergunta o que você faz com as motos? Vende? Eu disse que não pois pego amor nas motinhos…. Ele fala: tenho uma CG 125 a alcool que sempre foi minha desde zero. Eu comento que é uma moto rara, legal, etc…. E pergunto, o que você quer fazer com ela? Quero te dar! Se você reformar e ficar com ela eu quero te dar! Esta moto merece um dono que a cuide! ele disse. Com esta proposta, logico que aceitei na hora. O estado dela estava bem ruim, mas a restauração foi bem fácil, pois é muito fácil encontrar peças para ela. A moto funciona muito bem, é uma delicia de andar! E chama muita atenção em todos os lugares. Muitas pessoas contam histórias sobre as CGs que tiveram. A motinho é muito boa! E está rodando no alcool, e não é difícil de pegar náo. E alem disso, tem coisas muito interessantes, como por exemplo a chapa do tanque, que deve ter recebido um tratamento especial pois não tem nada de ferrugem depois de todos estes anos. Enfim, a CG 125 é muito querida.

  10. Mauricio P. disse:

    Tinha até um tanquinho de gasolina se não me engano para as partidas a frio. Mas na verdade nunca funcionou bem, nem o ejetor e tampouco o motor. Valeu só pela idéia e intenção..

  11. Anderson disse:

    Durou pouco tempo, pois a dificuldade para partida à frio era grande, apesar de ambas contarem com um reservatório de gasolina para partidas à frio embaixo do banco. Houve também a Yamaha RX 125 Álcool, que durou menos tempo ainda no mercado. A Honda foi lançada em 1981 e a Yamaha em 1982. São hoje verdadeiras “moscas brancas”!.

    • Rogerio Kremer disse:

      Fiz uma viagem de P, Alegre a Garopaba com uma Yamaha, ida e volta, não lembro que ano foi isso, era verão e ela funcionava muito bem, andava pra caramba, me diverti muito. Nunca mais vi alguma. Ha, a juventude.

  12. Minoru disse:

    Bom, que eu me lembre os motores refrigerados a ar, carburadores e álcool/etanol como combustível nunca foram uma boa combinação, tanto que a ideia só voltou com a introdução da injeção eletrônica nas motocicletas.

    • Irineu disse:

      Motores a ar/álcool eram boa combinação sim. O problema, tirando os Corceis que funcionavam super bem, era a tentativa de contenção do consumo exagerado de combustível se comparado com as versões gasolínicas por parte dos fabricantes (montadora é o cacete). Os meus carros a álcool/ar sempre andaram super bem. Claro que eu sempre mudava os jets (aka gicleurs) originais por outros maiores. Misturas mais ricas que a estequiométrica faziam dispensar o uso do afogador na fase fria dos VW a ar, até.

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