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quarta-feira, 23 de março de 2016 - 18:27F-1

CHORA NA CAMA

SÃO PAULO (vai, vai…) – Pat Symonds, da Williams, diz que a parceria técnica entre Haas e Ferrari está “implodindo o conceito de construtores” na F-1.

Às vezes ficar quieto é uma bênção.

14 comentários

  1. Luciano disse:

    A F1 é um mundial de pilotos. Já houve um tempo que quase todos os carros tinham motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8. O cambio era quase padronizado, era o Hewland. A F1 daquela época tinha muito mais graça. Era um mundial de pilotos. Hoje o mundial de pilotos se resume aos dois pilotos da Mercedes, Hamilton e Rosberg. O resto é o resto, não tem a menor chance de ser campeão. A chance do Vettel ser campeão mundial é a mesma da Portuguesa ser campeã do campeonato paulista de futebol. Acho um tremenda sacanagem a Ferrari dar motor ultrapassado para a Toro Rosso. Será que eles tem medo da Toro Rosso? A Mercedes não deu o motor para a Red Bull, pois sabe que o melhor carro do grid é o da Red Bull, e eles iriam comer poeira. A Ferrari muito menos. Até a McLaren não quis que o Honda merreca fosse para a Red Bull. É uma competição de desiguais. Isso não acontecia quando havia uma padronização de motor e cambio. Do jeito que está, a FIA deveria colocar todos os motores em dinamômetro para deixar todos com a mesma potência. Deveria liberar o desenvolvimento, desde que todos tivessem a mesma potência. Hoje é ridículo ver um Fernando Alonso no fim do pelotão, apenas porque o motor Honda é um GP2. A F1 hoje não é nem campeonato de construtores e muito menos de pilotos. Para ser de pilotos, todos deveriam correr em carros que apresentassem o mesmo desempenho. Para ser de construtores, o desenvolvimento deveria ser livre. Então a F1 de hoje não é nada!

  2. Ninguém disse:

    Ué, se a minha memória ainda não foi pra cucuia, antigamente (década de 1960 e 1970) não era incomum uma equipe menor comprar o carro da temporada anterior de uma equipe maior, Pat Symonds sabe disso melhor do que ninguém.

  3. Rodrigo Vilela disse:

    O Pat Symonds esteve no CingapuraGate. Isso já diz tudo sobre o nível de choradeira!

  4. Giovanni disse:

    Ele diz isso pq pode estar se sentindo ameaçado pela Haas.. O que ele diz sobre a Williams vender câmbio pra Manor?

  5. Carlos de Oliveira disse:

    A esperança é verde, sempre esperando a W. melhorar, virou time de segunda, a F1
    precisa de sangue novo, será a nossa esperança algum motorista de Mercedes 1113.
    Massa virou pizza. Haas no coração.

  6. Sergio Andrade disse:

    Dallara + Ferrari c/Motor e Parceria Técnica + Túnel de vento ilimitado em 2015 = HAAS

  7. Jorge Silva disse:

    Aliás o que Pat Symonds precisa falar é como uma equipe que desenvolve por 3 anos o mesmo projeto monoposto não consegue dar um nível de donwforce decente para que seus pilotos não sejam superados por Toro Rosso com motor Ferrari 2015 e Red Bull com motor Renault. que usou apenas 9 tokens este ano, sendo basicamente o modelo das últimas provas de 2015.

  8. Jorge Silva disse:

    Realmente é difícil ler certas declarações. Os caras tornaram a F-1 uma competição tão complexa e cara, a ponto do segundo melhor time (Ferrari) declarar que precisa de 3 a 4 anos para tomar a hegemonia da Mercedes, tornando quase impossível a entrada de uma equipe nova. Aí quando alguém faz uma coisa sensata, que é admitir que não tem condições de começar tudo do zero e compra tudo que o regulamento permite para depois ir substituindo ao longo das temporadas, ainda vem alguém criticar falando baboseiras. Talvez Pat Symonds prefira uma F-1 com um grid de 12 carros sendo implodida pelo “conceito de construtores” levado ao extremo.

  9. Guilherme Bezerra disse:

    De certa forma, eu consigo entender o que Pat quer dizer. A forma de uma uma nova equipe entrar na F1, pela tradição e charme (se é que restou algum charme com esta F1 que temos hoje) da categoria, deveria ser diferente. Só que vivemos em outros tempos e na realidade econômica que hoje, é completamente inviável para um empresário fazer algo nos moldes que Hispania e Marussia fizeram há alguns poucos anos, ou seja, entrar na brincadeira sem ter como competir, somente para compôr numero. Hoje para entrar na F1, a maneira mais inteligente e economicamente viável é compor parcerias com algum dos fabricantes que estão, na verdade, ditando as regras na categoria. Daqui pra frente vai ser assim. Não há o que reclamar, se o conceito de construtores está sendo implodido, é porque tal prática está dentro do regulamento. O tempo dos garagistas definitivamente ficou pra trás.

  10. José disse:

    Flavio, eu entendo o motivo da reclamação do Symonds e digamos que num cenário perfeito, eu concorde inteiramente com ele. E esse cenário perfeito seria uma Fórmula 1 com regras claras, estáveis e financeiramente viável (algo como o final dos anos 80?!?!), onde as equipes (além das presentes, aquelas que teriam interesse em entrar no certame) tivessem condições de bancar a estrutura necessária para participar e se manter. Digamos que na mesma condição da Haas hoje mas partindo do princípio citado pelo Symonds, criando tudo do zero. Mas o erro de Symonds é viver o presente querendo estar no passado (algo como o final dos anos 80?!?!). A realidade hoje é totalmente diferente e se a possibilidade de se ter 20, 24, 26 carros correndo e que pelo menos 16 ou 18 tenham chance de pontuar é ter equipes clientes, prefiro isso a manter a idéia original de campeonato de contrutores a qualquer custo. Mais uma vez temos o belo exemplo da Moto GP, onde temos equipes de fábrica e clientes, com os organizadores, equipes e pilotos trabalhando com o mesmo objetivo de ter uma categoria forte. Falta à Fórmula 1 humildade em dar um passo atrás para depois dar alguns à frente.

  11. Marcelo Rocha disse:

    FG, o Symonds é muito despeitado mesmo. A Williams compra motor prateado e fornece transmissão para a Manor. Então o negócio é a Williams passar a fabricar motor e avisar a Manor para criar a própria transmissão.
    Na verdade, o Symonds já está sentindo a Haas cafungar no seu cangote, e tomara que atropele para os Martini passarem a ousar mais.
    Haas, sensacional! Melhor coisa que aconteceu na F1 na temporada 2016. Vou torcer muito por ela.
    Abraço.

  12. sandro disse:

    Pensando bem eu acho que ele está certo, deixa de ser um mundial de construtores e pilotos para ser um mundial de carros comprados.

  13. Tiago disse:

    Chola mais, Williams.

    O Choro é livre.

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