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quinta-feira, 23 de junho de 2016 - 23:12Arquitetura & urbanismo, DKW & cia.

ENCHE O TANQUE

Eu queria viver aí, e nessa época.

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22 comentários

  1. Eduardo Aranha disse:

    Começo da década de 60, provavelmente, em algum lugar da Alemanha. Pelo design das bombas do posto, pelo uniforme do frentista e pela estilo da roupa da mulher em pé.

  2. Fenster Mezonga disse:

    Deve ser na Alemanha Ocidental com certeza, não consultei a imagem no guugle porque acho isso uma babaquice: alguem pesquisa alguma coisa no guugle e depois sai anunciando como se tivesse descoberto a pólvora!!!!! Os germânicos sempre souberam fazer o melhor, aliás, Germany/ Deutschlan significa terra dos homens de verdade! Para o portugues a tradução ficou meio tosca pois Alemanha não parece significar alguma coisa mas vem de ALLMEN: terra de todos os homens, então ohomem de verdade surgiu na Alemanha, e os carros de verdade também! Aliás quase tudo na Europa é alemão: França, Norte da Italia, Polonia, metade da Ucrania, alguns clans do Reino Unido; os Saxoes, uma parte da Espanha( a melhor é claro!) sem contar as Alemanhas genéricas como Austria e Suiça e os paises nórdicos, etc… alias o mundo todo deveria ser uma grande Alemanha ….

  3. ags disse:

    O frentista deve ser o pai do David Bowie..Mr Goodwiil Bowie..rss

  4. Thiago Souza Lima disse:

    Flavio, meu nome é Thiago, tenho 33 anos. Vou contar uma historia que aconteceu semana passada comigo. Uma partida, que antes, quando eu era mais novo, não me importava em nada.

    Mas antes uma breve viagem no tempo. Tive um carro bolinha, vermelho, por 6 anos da minha vida. Quando vendi ele, me deu uma coisa estranha, um adeus veio na cabeça, achei bobeira. Uma vez até roubado e devolvido ele já tinha sido. Enfim, trocamos por outro modelo, mesma marca, mais novo, 2010. Semana passada demos ele (o 2010) de entrada num japônes… mais forte, confortável e seguro (principalmente para meus pais, que estão velhinhos)…Aí não aguentei…Indo para a concessionária, realizar a troca, me lembrei de quando eu estive na UTI a pouco mais de 2 meses. Meu pai o dirigiu. Ele nos levou, e ficou lá fora, estacionado, esperando. Me lembro de ter saído da UTI, chegado em casa e trocado de roupa, chorei por ver meu reflexo no espelho (to sendo muito dramático? Chorei mesmo!), eu estava vivo! 1 mês atrás, fomos visitar uma tia que meus pais não viam a 30 anos. 380 kilometros, escapamento estourado, corroído pelo álcool, chegou lá roncando, e suado…não é lá muito potente. Estacionou, nos deixou e esperou pacientemente, lá fora. Na saída, ele estava lá. O vidro embaçado de frio. Mais 380 km de volta, roncou roncou, mas não reclamou. Lá dentrou, ouviu tudo que a família tinha pra contar do encontro aguardado a 30 anos.

    Essa semana, na hora da “troca de carros” na concessionaria japonesa, sem ninguém da família perceber, pois fiquei com medo de parecer doido (rs), fiz um carinho no painel. Pensei nele, ele ia esperar, mas não iriamos mais voltar. Disse obrigado, e fui. Olhei pra trás duas vezes. Olhei mesmo! E pensei em outros tantos momentos.

    Nada de épico, só a vida.

    Hoje passei na concessionaria para resolver algumas coisas, descobri que ele já foi vendido para uma pessoa, coincidentemente, do meu bairro. Gostei, é um bom bairro. Ele vai ficar bem!

    Ps:: desculpe o português, estou dando aula neste momento.
    Ps2: Eu e o japonês ainda estamos nos entendendo. Ele é jovem e muito nervoso….e eu quero chá.

  5. pedro araujo disse:

    verdade. viver aqui nesse lugar, e especialmente nessa época em particular tem sido um exercício de estoicismo.

  6. ajean disse:

    Além dos carros com suas curvas harmônicas e cromados reluzentes, a beleza da estrutura do posto, os postes de iluminação, tudo se completa, tudo magnífico, vivi minha infância nos anos 80 e já acho que foi uma bênção, imagina ter vivido nessas décadas um pouco mais pra trás ?

  7. Gabriel Medina, O outro disse:

    Mas nossa época tem algumas coisas bacanas também. Esse Audi Quattro subindo Pikes Peak, por exemplo:

    http://www.motorsport.com/hillclimb/photo/main-gallery/2-audi-a1-quattro-david-hackl-9731125/?&i=11&id=9731125&sz=8&r=142682&s=-6

  8. bruno valente disse:

    Prezado Flávio,
    como vai?
    Me tira uma dúvida por favor: estas lindezas conversíveis vieram para o Brasil?
    Abraços

  9. OZZMAIR disse:

    Com certeza vc iria viver bem , só faltou dizer qual dos conversíveis seria o seu.

    Um abraço!!!

  10. Batista Lara disse:

    Que luxo de lugar!

  11. Fabiano rodrigues disse:

    Flávio bom dia, a mecânica do vemag é confiável ??

    • Renato de Mello Machado disse:

      Eu não tava nem aí para a confiabilidade dessas mecânicas,até quando um colega meu falou assim.”Renato vem aqui para você ver o quê comprei,vem logo.Quando cheguei lá estava ele pintando as lanternas do DKW para reavivar as cores.Fiquei embasbacado com o espaço interno em vista do tamanho do carro,pois a alavanca era na coluna muito charmoso de passar as marchas e ele subiu a ladeira com as rodas girando em falso e não precisou mais nada para me cativar.Teria fácil a família desses carros toda se tivesse grana.

  12. Fabiano rodrigues disse:

    Flávio bom dia, a mecânica do vemag é confiável ? Meu Mecanico disse que não é !

  13. Alessandro Silva disse:

    Com certeza você já viveu lá e naquela época! Isso explica a sua paixão.

  14. Marcio disse:

    Eu também, Flávio…
    Não consigo imaginar um bom futuro para nosso planeta hoje. Naquela época – da foto – se vivia com mais alegria e esperança e mais honestidade.
    Sem contar a beleza dos carros fabricados!

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