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terça-feira, 15 de novembro de 2016 - 22:18Automobilismo brasileiro, Enigmas & desafios

DESAFIO DO DIA

Quero saber tudo que for possível sobre este carro. Quem, quando, como, onde, por quê, detalhes, histórias, cascata, tudo. Monza de corrida é algo muito especial.

monzacorrida

29 comentários

  1. Acrisio disse:

    Texto do Marcelo Carloviche postado no seu Facebook sobre a corrida.
    ——————————————————————————————-
    Essa corrida tem muita história ( e algumas lendas também ) , vou tomar a liberdade de conta-lá no texto abaixo :
    Trabalhava como instrutor em uma escola de pilotagem , na semana das 1000 milhas tínhamos alguns pilotos para fazer o curso ( necessário para participar da prova) , entre eles 3 pilotos, o Felipe , Mirko e um médico ( não me recordo o nome) que iriam participar da prova com o Monza que era utilizado em provas de rally universitário. Após o curso concluído , recebi o convite para participar com eles da prova .
    O carro foi preparado pela SJ preparações , dos irmãos Serginho e Joãozinho que na época tinham uma equipe de F-UNO e Palio ( preparavam os carros dos irmão De Nigris). O carro era muito baixo ,tinha um acerto de suspensão muito legal o que permitia uma bela diversão no miolo do autódromo , porem não tinha potência de reta , sendo assim tínhamos a impressão que o carro teria bastante resistência mecânica já que o motor tinha muito poucos ajustes e preparações em relação ao original.
    Nessa época os treinos de 100 milhas duravam a semana toda , mas o carro ficou pronto em cima da hora , durante os treinos o carro se comportava bem , fazendo tempos altos mas constantes… Interlagos tinha alguns atalhos e macetes , um deles era utilizar bastante a zebra da saída da junção ( Mais ainda no Monza para não se perder tanta velocidade na subida ) a cada passagem pela zebra o carro batia com muita força no chão ( por ser muito baixo).
    Foi quando meu finado amigo Ricardo Serata veio falar comigo e disse que a quantidade de faísca que o carro soltava quando passava na zebra era absurda e que isso poderia destruir o tanque de combustível do carro , pois o que batia no chão era o parafuso de dreno do tanque de alumínio que foi instalado no carro, de fato ele estava todo marcado e quase trincado, ou seja sair da pista seria muito provavelmente o fim da corrida pois com o tanque rachado não tínhamos tempo hábil para consertar antes do começo da prova.
    No dia da prova tivemos uma baixa na equipe o médico não iria andar conosco , o Mirko foi para a largada e assim começou a aventura das 1000 Milhas …
    Dada a largado ( mais de 60 carros ) nosso Monza passou misturado com a turma do fundão , porem na 2ª volta nada do carro passar … 3ª , 4ª , 5ª e nada … de repente chega o Monza rebocado. “ O que houve ?” perguntou Sergio….”Passei reto no S do Senna e o carro apagou na reta oposta “.
    Na hora o problema do tanque veio a cabeça de todos , nosso chefe de equipe pediu para abastecer o carro e assim que iniciou o abastecimento o combustível já vazou pelo respiro ( então o tanque estava em ordem) . Começaram então a chegar o motor e diagnóstico feito :
    Tampa do distribuidor rachada e caximbo quebrado , beleza ,coisa fácil de arrumar , desde que se tivesse o caximbo ( a tampa tinha reserva) começou então a saga pelo caximbo .
    Era por volta de 00:45 então nada de auto-peça aberta , ninguém tinha o caximbo e então não restou outra decisão a não ser abandonar a prova , quando de repente me aparece um rapaz ( que estava ajudando na equipe) com 3 ou 4 caximbos na mão e diz : “tenta esses “. Nenhum serviu pois existia diferença no diâmetro do eixo do distribuidor, foi um balde de água fria , mas perguntamos onde ele tinha arrumado os caximbos a resposta foi essa ( me lembro como se fosse hoje) “ Fui no estacionamento , arrombei alguns capôs de carros da Chevrolet , daqui que vou lá devolver”.
    Não me lembro de quem foi a idéia , mas acho que foi do Claudio Collet que trabalhava na equipe de sinalização fazendo o apoio dos postos de sinalização utilizando seu carro particular ( levando água ,comida , bateria de rádios etc durante a prova ) e qual era o carro ??? Um Monza Hatch, e o principal com o caximbo que precisávamos .
    Nessa época estava montando minha equipe de carros de corrida e tinha uma saveiro ( 0 km) , fizemos uma troca ( Monza pela Saveiro) autorizada pelo diretor de prova Ernesto e pegamos o caximbo do Monza e o Claudio fazia apoio com minha Saveiro .
    Como o carro ficou algum tempo parado a possa de óleo era enorme , a equipe foi verificar e o Carter estava muito amassado e rachado , ou seja praticamente sem nada de óleo , completaram o óleo , colocaram o caximbo e ligamos o motor, a pressão de óleo não subia , muito baixa perto de zero , então o João ( chefe equipe ) pediu para eu voltar a pista e que daria no máximo umas 4 , 5 voltas pois o motor iria fundir .. coloquei o capacete e fui ( puto) , as 4, 5 voltas se tornaram um tanque completo ( mais de 30 voltas) , parei para abastecer sem antes pedir uma chave de fenda e quebrar a luz vermelha do alerta de óleo que ficava acessa direto, voltei para a pista e fiz mais um tanque de combustível .
    O interior do carro estava nojento , possa de óleo nas pedaleiras , alem do cheiro insuportável de óleo dentro do carro , na parada tentamos limpar mas ficou pior do que estava e o Mirko entrou na pista . Tivemos um rolamento de roda quebrado e o carro bateu nos pneus do pinheirinho ( por isso o amassado da foto ) , a equipe trocou o rolamento e voltei a pista.
    Voltei com um garrafinha de água com uma mangueira na ponta para jogar água no rosto pois não estava nada fácil andar no carro com aquele mar de óleo e cheiro dentro dele. Ai fiz uma bela cagada , deixei a garrafa cair no meio das pedaleiras e não a conseguia pegar de volta pois ela estava toda melecada de óleo , foi então que tive a brilhante idéia de tirar o cinto durante a prova para pegar a garrafa , tirei o cinto , joguei a garrafa no posto de sinalização que estava meu amigo Alexandre Vaccari ( Subida do café) e começou a ventura para colocar o cinto novamente , foi difícil mas foi feito.
    Felipe e Mirko andaram e entrei na pista para o ultimo tanque e fechar a prova , estava exausto e praticamente surdo ( pois não usei protetor auricular) .
    Havia um stand da PROLONG na arquibancada do autódromo e chegou até eles que o carro estava correndo sem óleo , esse produto se não me engano foi usado no Monza durante os Rallys universitários . Logo se criou a lenda que o MONZA correu sem óleo durante as 1000 milhas só usando prolong , não é verdade o produto pode até ter funcionado mas o carro tinha um pouco de óleo ( muito menos que deveria )
    Na ultima volta fiquei esperando o primeiro colocado na subida da junção , assim que o vi no mergulho acelerei e saímos na foto da bandeirada do vencedor das 1000 milhas
    Foi uma experiência sensacional , devo ter andado umas 7, 8 horas com o carro durante a prova , automobilismo feito com paixão por todos da equipe.
    Abraços

    Marcelo Carloviche

  2. Duka disse:

    Olá Flavio, bom dia.
    Me chamo Marcelo Carloviche e pilotei esse carro nas mil milhas de 1998 ( meu apelido era Duka).
    Essa corrida tem muita história ( e algumas lendas também ) , vou tomar a liberdade de conta-lá no texto abaixo :
    Trabalhava como instrutor em uma escola de pilotagem , na semana das 1000 milhas tínhamos alguns pilotos para fazer o curso ( necessário para participar da prova) , entre eles 3 pilotos, o Felipe , Mirko e um médico ( não me recordo o nome) que iriam participar da prova com o Monza que era utilizado em provas de rally universitário. Após o curso concluído , recebi o convite para participar com eles da prova .
    O carro foi preparado pela SJ preparações , dos irmãos Serginho e Joãozinho que na época tinham uma equipe de F-UNO e Palio ( preparavam os carros dos irmão De Nigris). O carro era muito baixo ,tinha um acerto de suspensão muito legal o que permitia uma bela diversão no miolo do autódromo , porem não tinha potência de reta , sendo assim tínhamos a impressão que o carro teria bastante resistência mecânica já que o motor tinha muito poucos ajustes e preparações em relação ao original.
    Nessa época os treinos de 100 milhas duravam a semana toda , mas o carro ficou pronto em cima da hora , durante os treinos o carro se comportava bem , fazendo tempos altos mas constantes… Interlagos tinha alguns atalhos e macetes , um deles era utilizar bastante a zebra da saída da junção ( Mais ainda no Monza para não se perder tanta velocidade na subida ) a cada passagem pela zebra o carro batia com muita força no chão ( por ser muito baixo).
    Foi quando meu finado amigo Ricardo Serata veio falar comigo e disse que a quantidade de faísca que o carro soltava quando passava na zebra era absurda e que isso poderia destruir o tanque de combustível do carro , pois o que batia no chão era o parafuso de dreno do tanque de alumínio que foi instalado no carro, de fato ele estava todo marcado e quase trincado, ou seja sair da pista seria muito provavelmente o fim da corrida pois com o tanque rachado não tínhamos tempo hábil para consertar antes do começo da prova.
    No dia da prova tivemos uma baixa na equipe o médico não iria andar conosco , o Mirko foi para a largada e assim começou a aventura das 1000 Milhas …
    Dada a largado ( mais de 60 carros ) nosso Monza passou misturado com a turma do fundão , porem na 2ª volta nada do carro passar … 3ª , 4ª , 5ª e nada … de repente chega o Monza rebocado. “ O que houve ?” perguntou Sergio….”Passei reto no S do Senna e o carro apagou na reta oposta “.
    Na hora o problema do tanque veio a cabeça de todos , nosso chefe de equipe pediu para abastecer o carro e assim que iniciou o abastecimento o combustível já vazou pelo respiro ( então o tanque estava em ordem) . Começaram então a chegar o motor e diagnóstico feito :
    Tampa do distribuidor rachada e caximbo quebrado , beleza ,coisa fácil de arrumar , desde que se tivesse o caximbo ( a tampa tinha reserva) começou então a saga pelo caximbo .
    Era por volta de 00:45 então nada de auto-peça aberta , ninguém tinha o caximbo e então não restou outra decisão a não ser abandonar a prova , quando de repente me aparece um rapaz ( que estava ajudando na equipe) com 3 ou 4 caximbos na mão e diz : “tenta esses “. Nenhum serviu pois existia diferença no diâmetro do eixo do distribuidor, foi um balde de água fria , mas perguntamos onde ele tinha arrumado os caximbos a resposta foi essa ( me lembro como se fosse hoje) “ Fui no estacionamento , arrombei alguns capôs de carros da Chevrolet , daqui que vou lá devolver”.
    Não me lembro de quem foi a idéia , mas acho que foi do Claudio Collet que trabalhava na equipe de sinalização fazendo o apoio dos postos de sinalização utilizando seu carro particular ( levando água ,comida , bateria de rádios etc durante a prova ) e qual era o carro ??? Um Monza Hatch, e o principal com o caximbo que precisávamos .
    Nessa época estava montando minha equipe de carros de corrida e tinha uma saveiro ( 0 km) , fizemos uma troca ( Monza pela Saveiro) autorizada pelo diretor de prova Ernesto e pegamos o caximbo do Monza e o Claudio fazia apoio com minha Saveiro .
    Como o carro ficou algum tempo parado a possa de óleo era enorme , a equipe foi verificar e o Carter estava muito amassado e rachado , ou seja praticamente sem nada de óleo , completaram o óleo , colocaram o caximbo e ligamos o motor, a pressão de óleo não subia , muito baixa perto de zero , então o João ( chefe equipe ) pediu para eu voltar a pista e que daria no máximo umas 4 , 5 voltas pois o motor iria fundir .. coloquei o capacete e fui ( puto) , as 4, 5 voltas se tornaram um tanque completo ( mais de 30 voltas) , parei para abastecer sem antes pedir uma chave de fenda e quebrar a luz vermelha do alerta de óleo que ficava acessa direto, voltei para a pista e fiz mais um tanque de combustível .
    O interior do carro estava nojento , possa de óleo nas pedaleiras , alem do cheiro insuportável de óleo dentro do carro , na parada tentamos limpar mas ficou pior do que estava e o Mirko entrou na pista . Tivemos um rolamento de roda quebrado e o carro bateu nos pneus do pinheirinho ( por isso o amassado da foto ) , a equipe trocou o rolamento e voltei a pista.
    Voltei com um garrafinha de água com uma mangueira na ponta para jogar água no rosto pois não estava nada fácil andar no carro com aquele mar de óleo e cheiro dentro dele. Ai fiz uma bela cagada , deixei a garrafa cair no meio das pedaleiras e não a conseguia pegar de volta pois ela estava toda melecada de óleo , foi então que tive a brilhante idéia de tirar o cinto durante a prova para pegar a garrafa , tirei o cinto , joguei a garrafa no posto de sinalização que estava meu amigo Alexandre Vaccari ( Subida do café) e começou a ventura para colocar o cinto novamente , foi difícil mas foi feito.
    Felipe e Mirko andaram e entrei na pista para o ultimo tanque e fechar a prova , estava exausto e praticamente surdo ( pois não usei protetor auricular) .
    Havia um stand da PROLONG na arquibancada do autódromo e chegou até eles que o carro estava correndo sem óleo , esse produto se não me engano foi usado no Monza durante os Rallys universitários . Logo se criou a lenda que o MONZA correu sem óleo durante as 1000 milhas só usando prolong , não é verdade o produto pode até ter funcionado mas o carro tinha um pouco de óleo ( muito menos que deveria )
    Na ultima volta fiquei esperando o primeiro colocado na subida da junção , assim que o vi no mergulho acelerei e saímos na foto da bandeirada do vencedor das 1000 milhas
    Foi uma experiência sensacional , devo ter andado umas 7, 8 horas com o carro durante a prova , automobilismo feito com paixão por todos da equipe.
    Abraços

    Marcelo Carloviche

    • Zé Clemente disse:

      Marcelo, como vai???
      Nunca soube que voce tinha pilotado esse carro. Que aventura heim???
      Essa estória ro Prolong eu nunca acreditei porque não faz nenhum sentido.
      Parabens pelo relato
      Um abraço pra voce e pro pai.

  3. Flavio,

    Andei nesse carro nos 500km de Interlagos, nao tenho certeza se em 1999 ou 2000. Tivemos uma corrida muito interessante. Puro amor por corridas. Tenho uma foto do carro na ocasiao, e se quizer falar sobre o assunto teria um prazer de falar de novo com voce. Um abraco

  4. Flavio, eu andei com esse carro nos 500km de Interlagos nao me lembro bem se foi 1999 ou 2000. Se quizer posso mandar uma foto da ocasiao e passar minhas impressoes sobre a corrida, sobre o carro. Terminamos muito alem do que o carro podia terminar, foi algo interessante.
    Ficaria feliz em falar com voce de novo. Este ano alem de volta mais rapida na Lotus UK Cup, vitoria no Britcar com um BMW E46 m3, fui campeao do Britanico de Classico Formula Ford 1600. Teriamos bastante para falar. Um abraco

  5. Luis Augusto disse:

    Pior que na largada o menos experiente largou e passou direto e pegou um depressão que estourou o cachimbo e descobriram um bandeirinha que tinha um Monza Hatch e pegaram do carro dele!!!! Marcelo Duka que andou mais de 80 por cento da prova

  6. Ricardo disse:

    A foto fez me lembrar das corridas de Fiat Uno… todo munda largava com os dois retrovisores, mas no final do corrida todo mundo havia “perdido” os danados durante a prova.

  7. Marcos Abreu Ferreira disse:

    Flavio

    Ouvi duas histórias desse carro na Mil Milhas que não sei se são lendas ou não.

    1) O carro rachou o carter durante a prova e fez a prova toda somente completando o nível do óleo;
    2) Dois pilotos eram completamente amadores e não aguentaram 1 hora de prova. Aí o Duka (Marcelo Carloviche) fez o resto da prova sozinho. Lembro de tê-lo visto no fim da prova com os olhos totalmente vermelhos (Se a história for verdadeira, deve ser por total cansaço).

    Mas ver se o Marcelo aparece para comentar…

  8. Zé Clemente disse:

    A corrida não vi. Mas….
    O Felipe comprou esse carro de um cara aposentado que acredito ter sido o inventor da chatisse. O Felipe ficou sabendo que ele iria vender o carro e estava em ótimo estado, sem nenhuma batida, mecanica ótima, etc e tal.
    Comprou e levou o carro com um discurso de recomendações do antigo dono. Um belo dia o cara vê o carro numa oficina perto de casa, faltando um monte de coisas dentro e fora. O cara ficou horrorizado. Mas virou carro de corrida e fez uma 1000 Milhas inteirinha, mesmo com alguns problemas no meio do caminho. O Felipe contou a cara de espanto e indignação do cara, e ria um bocado disso. Se não me engano furou o carter no meio da corrida. É o que sei.

  9. Alfredo Junior disse:

    Também foi pilotado pelo Adriano Medeiros, que era piloto da Stock paulista e correu na Inglaterra com o Jesus Saves na F.ford Classic. Correu com ele nos 500km. de interlagos não lembro o ano.

  10. Acrisio disse:

    Flavio, esse Monza foi pilotado também, pelo Marcelo Carloviche. Filho do Rui Carloviche do Puma verde que gravei para o Fanáticos. Mandei o link pra ele comentar aqui. Tem muitas histórias legais dessa corrida.

  11. Ed disse:

    Tive um desses Hatch 2.0 chegava a 195 km/h (máx) sem dificuldades na estrada. A policia rodoviária me parou algumas vezes na Airton Senna, naquela época! Meu carro estava customizado com spoiler, aerofólio, rodas BBS com pneus 195/60/14, lindão ! Muito estável, silencioso grudava na pista quanto mais acelerava. Era muito macio e confortável, excelente carro, mas nas curvas, saía de frente. Acho que o carro tinha potencial evolutivo, mas o Kadet lhe tomou o lugar. Abs.

  12. Ronaldo disse:

    Nas verdade os vencedores pilotavam um protótipo AS/Vectra 2.0.

    • Robertom disse:

      Exatamente…
      Um protótipo com chassi tubular (se não me engano criado pelo Keko Patti) que aproveitava um monte de peças dos Formula Chevrolet, inclusive e principalmente o motor 2,0L 16V.
      AS era uma homenagem ao Ayrton Senna.

  13. Tito disse:

    Achei um artigo legal sobre esse carro neste blog aqui: http://blogdamilmilhas.blogspot.com.br/2013/08/monza-hatch-em-1998.html

    Fala, inclusive, sobre alguns problemas que o carro teve durante a prova.

  14. Andre disse:

    Monza Hatch…esse carro fez história nas ruas…confortável e com motorzão de 1.6. Esse deve ser entre 82 a 84.

  15. Antonio disse:

    Desse ai não sei nada, mas por volta de 1983/84, havia uma equipe que utilizou os Monza Hatch no Brasileiro de Rallye, logo depois de seu lançamento.

  16. Alexandre disse:

    Era bonito o carro, final dos anos 90, usava uma weber em pé, não andava nada na verdade, época boa que se podia ter F1 e se usar o autódromo o ano todo.

  17. rogerV disse:

    Interessante a pouca participação dos Monzas em corridas…. qual seria o principal motivo? Peso? Eles eram muito bons de andar !!!

  18. Wender Higinotsumi disse:

    Os pilotos são : Felipe Meirelles/Mirko Hlebanja
    Mil Milhas Brasileiraa de 1998 em Interlagos (20 de dezembro)

    Largaram em 29° com o tempo de 2:17.164 … quase 5 segundos atras do 28°

    Terminaram em 19° com 248 voltas depois de 12h12min56s5

    Os vencedores da prova foram Tom Stefani, André Grillo e Júlio Fernandes a bordo de um Vectra 2.0 depois de 375 voltas.

    Mais imagens do carro:
    https://postimg.org/image/ki2v5n011/
    https://postimg.org/image/sc3gr17tx/

  19. Renan casetta disse:

    Mil milhas 1998 , estavam no box ao lado do carro da minha família , eram divertidos e andaram com aqueles aditivos mágicos no motor , e aumentaram por muitas horas a participaçãcao e se não me falha a memória chegaram ao fim sem óleo no motor praticamente ! Curtiram muito a corrida e todos em volta ajudava um ao outro pra chegar no fim . Tempo muito bom .

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