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sábado, 18 de março de 2017 - 15:34F-1, One comment

ONE COMMENT

201731898480_McLaren Mercedes post_IIA sutileza da McLaren é algo espantoso… Entenda essa história aqui.

 

21 comentários

  1. Fernando Monteiro disse:

    Sabe aquele casamento que já foi para o espaço mas o casal continua morando junto e brigando o tempo todo? Então, é isso que está acontecendo com a Honda e a McLaren. Agora também não podemos esquecer que a McLaren sabia muito bem a filosofia de trabalho dos japoneses, daí não dá para reclamar muito agora. Na minha modéstia opinião, o sucesso dos motores Honda na segunda metade dos anos 80 foi um ponto fora da curva de sua história na F1. Vejamos, a Honda se aventurou na F1 ainda nos anos 60, quando a F1 começava e explodir em popularidade com o advento das primeiras transmissões das corridas pela televisão na Europa. A coisa era uma novidade e todo mundo queria ver aqueles caras malucos desafiando a morte naqueles charutinhos de quatro rodas. A Honda veio com uma equipe inteira, com os pilotos Ronnie Bucknum e Richie Ginther e depois contratou John Surtees para guiar suas máquinas e a Lola para desenvolver o chassi, assim esperava-se que a engenharia japonesa através de sua equipe de fábrica os colocasse no topo, porém a equipe viria a sofrer uma enorme perda com a morte de Jo Schlesser no moento em que começava a mostrar algum potencial. Ou seja, da estreia da equipe em 1964 até a morte de Jo Schlesser em 1968 a Honda tinha feito pouquíssimo progresso, mas esta – não podemos esquecer – é a filosofia de trabalho dos japoneses. Com a morte de Jo Schlesser terminara a aventura da Honda na F1. Nos anos 80, já na era turbo inaugurada pela Renault, a Honda voltava à F1 como fornecedora de motores turbo de 1,5 litro para a pequena equipe Spirit. Mas assim como os primeiros motores franceses, os primeiros motores Honda Turbo quebravam muito, mas mesmo assim despertou o interesse da Frank Williams que percebeu a enorme quantidade de potência o propulsor japonês entregava, só perdia para o BMW 1,5 litro de 4 cilindros. Quem não lembra, em 1984 já como fornecedora exclusiva da Williams, que seus motores quebraram quase a temporada inteira, porém no Gp dos EUA motor não quebrou e Rosberg venceria aquela corrida. Ou seja, demorou 3 anos de muito trabalho para que aquele motor desse certo. Quando a era turbo chegou ao fim em 1988 a Honda veio com um V10 de 3,5 litros, mas já não era t.ão dominante assim, mas como a McLarem contava com um carro excelente e pilotos excepcionais, novamente levava o título de 89. Em 90 e 91 e 92 os japoneses vieram com um V12, mas Senna, me lembro bem, já dizia que o motor era pesado não dispunha das mesma potencia dos Ferrari V12 e os Renault V10 – sim os franceses voltavam a F1 e novamente redefiniam a F1 com seus motores V10 revolucionários. Assim a Honda saia da F1 novamente, mas desta vez de forma vitoriosa. Quando voltou mais tarde fornecendo motores para a BAR todo mundo esperava novamente um domínio que na verdade nunca aconteceu, nem mesmo mais tarde como equipe de fábrica. Na verdade seu motor era muito fraco. Me lembro que Barrichello, quando andou no carro Brawn equipado com motor Mercedes, disse que a diferença de potencia era enorme. Dos anos 60 até aqui a Honda teve 4 anos – 64 a 68 – mais 9 anos – 83 a 92 – e depois mais 8 anos – 2000 a 2008 – e agora 3 anos até aqui – 2014 até 2017. Somando o ano de 2017 teremos 24 anos de participação na F1, sendo que sucesso efetivamente conquistado tivemos com Piquet em 87 Senna e Prost em 88 , 89, 90 e 91. Repito, em minha modéstia opinião é muito pouco, mas essa é a filosofia de trabalho dos japoneses e não podemos duvidar de sua competência. Sucesso na F1 é uma coisa relativa. Vimos outro fabricante japonês – a Toyota – despejar rios de dinheiro na F1 e não ganhar nada. Quem não lembra da própria Ferrari que ficou 20 anos sem ganhar um título. Espero que este ano, com a abolição das fichas de desenvolvimento que restringia muito o desenvolvimento dos motores, a Honda possa resolver seus problemas e tornar seus motores novamente competitivos, visto que foi justamente essa nova configuração de motor híbrido que despertou o interesse dos nipônicos e eles estão com o orgulho ferido e orgulho para os japoneses vale muito.

  2. Garlet disse:

    Alonso levou pé na bunda da Ferrari, não custaria nada a Honda dar um pé na bunda da McLAren e deixar os ingleses nariz empinado sem motor, pra aprender……….

  3. fernando disse:

    Acho que depois desta a Mclaren vai partir pra produção independente… Afinal eles já fabricam os motores dos carros de rua.

  4. Rocker disse:

    Se fosse o dono da McLaren, agora iria atrás da TOYOTA (para ser um tapa mais pesado ainda na Honda) e faria uma proposta. Se apresentarem um motor melhor que esse que a Honda esta “trabalhando com tanta dedicação” para a McLaren, botava o motor no carro, faria um contrato definitivo com a Toyota, e resolveria a quebra de contrato com a Honda na justiça.
    Se a McLaren ficar esperando a Honda, vai perder outro ano.
    Melhor já ir executando um plano B mesmo.

  5. Ricardo disse:

    O engraçado é que o cockpit também é da Mclarem antiga… isso mostra como o Alonso é muito “querido” por lá.

    • Kkkk disse:

      Hein? Caramba, nego é muito imbecil mesmo pqp! Desenha aí pra mim que eu não entendi.

      • Onze anos sem título! disse:

        Heim? Caramba, mais um ano sem título, pqp! Desenha aí pra mim, Vicellez, como é que o “piloto mais completo do grid” (essa é boa!) fica tanto tempo sem campeonato.

      • GunneR disse:

        Não tem o que desenhar, Chico, pois o ponto do Ricardo já é um desenho >>> De propósito ou não, o cockpit antigo é de quando o “GP2 Driver” não estava por lá.

      • Kkkk disse:

        Ô fronteiriço, a parte onde fica aparente do cockpit é onde está o capacete, ali está mostrando o carro atual.
        Mas seguindo sua linha de pensamento, estão sentindo falta do cock do negão? Pqp, cada imbecil.
        E alguém acha que a mclaren sente falta do Lewis, que saiu puto com Ron Dennis e esse puto com o negão, que além de postar a telemetria da equipe no Twitter ainda foi pra Mercedes levando meia dúzia de engenheiros. Ahh Button ainda tá na equipe, e não sentem falta dele? Céus, haters do Alonso, vms pensar um pouco antes, Vetteletes burras vocês, pqp!

      • GunneR disse:

        Chico, não acho inteligente discutir se o “cockpit aparente” é o que mostra o piloto do pescoço pra cima ou do pescoço pra baixo, pois tal subjetividade não nos fará alimentar o debate com inteligência!

        Quanto ao seu “estão sentindo falta do cock do negão?”:
        Se você bateu a cabeça nas bolas do Alonso e perdeu a memória, saiba que, ao contrário do “GP2 Driver”, o Hamilton foi campeão! :)

        Por fim, entre “postar a telemetria da equipe no Twitter” e CHANTAGEAR o chefe por e-mail, o que você acha pior? hahaha…

        PS:
        Aqui você não tem o “jornalista” e PLAGIADOR Adauto Silva (http://www.autoracing.com.br) pra te ajudar (esse FDP do Adauto bane usuários que te escracham)!

      • Nove anos atrás de Vettel! disse:

        Responda rápido, Vicellez! Quando é que o suplício do Arrastonso vai acabar?

  6. Ricardo Talarico disse:

    O site grandepremio está criando novas versões de expressões conhecidas.
    Mas, eu acho que “Jogar lenha na fogueira” é mais efetivo que jogar “fogo no fogueira”
    :-)

  7. Marcos disse:

    Depois de ler a matéria no site foi que percebi os pneus Goodyear. Até então, tinha pensado só na troca de motor e pilotos.

  8. luigi disse:

    É um grande problema , não ter um motor para empurrar com força, não dá para saber totalmente , se os chassis e aerodinâmica estão ,no minimo ao nível dos que deveriam ser seus concorrentes ,baseado em sua história de muitas participações brilhantes e títulos.

  9. Daniel Cantera disse:

    Ta uma pressão e tanto..Os caras la do Marca mostram o exemplo de Brawn que em 33 dias fez um frankeisten e troco a motorização…Porem são 120 mi9lhoes de euros que a Honda aplica no time, McLaren não tem essa bala pra pagar pilotos e comprar motores acho…Vai continuar batendo na Honda tentando que eles dessistam, já viu japones dessistir?

  10. valter disse:

    Por mais defasada que seja a atual unidade de força da Honda, a MacLaren foi de uma deselegância sem precedentes. Tenho convicção que a Honda vai trabalhar arduamente para desenvolver um motor potente e sutilmente vai investir em uma nova equipe deixando a MacLaren a “ver navios”. Gostaria que a equipe escolhida fosse a Sauber.

  11. Bola da Vez disse:

    Ah… os anos dourados!

  12. Eduardo disse:

    Honestamente não sei se voltar a usar motores Mercedes seria uma boa para Mclaren ….. para equipes médias como Williams e Force India é um grande negócio pois elas nao almejam o titulo …. brigam para ser a quarta ou quinta do campeonato. Mas com certeza elas nao recebem mesma versão da Unidade Motriz da Mercedes ….. principalmente as atualizaçoes feitas ao longo do ano. Acho que os motores Renault seriam mais interessante para Mclaren voltar a disputar titulos …… Ferrari nem pensar tb

  13. perna quebrada disse:

    Depois que o Bernie e o Dennis saíram a F1 ta ficando mais legal…
    Pelo menos fora das pistas…

  14. Cezar disse:

    Sutil feito uma elefanta defendendo seu filhote.

    Mas se essa Honda de bosta não estava entendo, que entenda a porra da situação agora. E que se mexam para fazer uma coisa melhor. Foi ridículo ver a entrevista do japonaca dizendo que estavam surpresos de como os outros motores tinham evoluído… E um infeliz desse continua no cargo… Isso é F1 e não Indy.

    Até uma empresinha de Togliatti consegue fazer motores melhores.

  15. Marcelo disse:

    Esse tipo de coisa é de uma falta de profissionalismo ímpaar!!
    Se eu fosse a Honda, conversaria com a McLaren para o ano que vem romper com a McLaren sem multa pra ninguém!!
    A Red Bull já fez isso com a Renault e tá aí bem quietinha, porque não tem motor, dinheiro, tampouco tecnologia pra desenvolver esses motores!!
    Daí, a McLaren sonha que a Mercedes vai dar um motor pra ela… Sei??

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