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quinta-feira, 23 de novembro de 2017 - 11:32Gomes, Grande Prêmio

“GP ÀS 10″: VIDEOGAME NÃO É ESPORTE

83 comentários

  1. Ewerton Calebe disse:

    Jogo videogame e acho legal.
    Ando de Kart e ja pilotei carros de fórmula e etc, em pista de verdade, com cagaço de verdade, cheiros, calor, sensações, sons e etc.

    E na boa… Não tem comparação.

    Assim como não acho que um jogador de Call of Duty pode se achar capaz de fazer o trabalho de um militar, também não acho que aquele gordinho pode sentar num Kart, num Fvee ou num fusquinha 1300 e virar tempo. Que dirá num F1.

  2. Realmente Vídeo Game não é um esporte, mas sim um simulado para você ter uma ideia como é a coisa.

  3. Alessandro disse:

    Tá aí, essa discussão em um blog que fala de fórmula 1 é interessante, afinal tem um bocado de jornalistas (cito um famoso, o Juca Kfouri) que dizem que automobilismo não é um esporte. Logo se nem a fórmula 1 é, imagina um jogo eletrônico de F1. Brincadeiras a parte acho essas discussões meio inúteis, o importante é ter uma estrutura e competições divertidas independente do “meio” utilizado.

    • Ricardo Bigliazzi disse:

      É uma disputa, como poquer, xadrez e outras atividades que existem por ai.

      Agora que esse negocio é bem realista isso é. Não é a toa que as Equipes de F-1 possuem simuladores para os seus pilotos treinarem.

      De vez em quando me questiono se corridas são um esporte? Já andei muito de kart e sei o quanto é desgastante mas por mais que saia moído de um kart uma pelada de futebol é umas 30 vezes mais desgastante.

  4. Anselmo Coyote disse:

    Concordo. Entendi o que foi dito e bate com o que eu sei. Sei, percebe?
    A discussão alimenta discussão e talvez isso seja interessante em determinadas situações para atingir algum objetivo. Por exemplo, o grande negócio que é a F1 está alimentando a ideia destas competições por que na situação atual ela está precisando de algo assim com o objetivo de faturar. Nem sei se interessa à F1 se as pessoas veem isso como esporte ou jogo, desde que joguem, que assistam, propaguem desde que consumam games, volantes, cockpits, computadores e todo o material que é anunciado nesse mundo, nesse recém-mundo,
    Mas …
    Uma discussão pode ser uma coisa positiva ou um diálogo de surdos.
    Para que seja algo positivo é preciso estabelecer alguns parâmetros que são fundamentais. O primeiro deles é ajustar equalizar o canal de comunicação. É preciso que todos estejam falando a mesma língua, para que a fala de um – as palavras – seja apreendida pelo outro porque tem o mesmo valor. Se um fala roda e o outro entende diferencial ou chave de torque essa discussão não vai levar a lugar algum.
    Que tal entrar num consenso, primeiramente sobre o que é esporte e o que é jogo (ou game)? É simples: pega-se a definição de um e de outro. Depois é confrontá-los e ver se as características essenciais (são pouquíssimas) que definem um estão no outro. Se sim, todas as características definidoras de um estão no outro a conclusão será de que a coisa é esporte ou é game.
    Se não, não.
    Ponto. Fim de discussão.
    Ou então é ficar no que está:
    - eu acho isso.
    - vc tá louco de achar assim; eu acho assado.
    E por aí vai, cada um achando que o que ele acha é que define as coisas.
    Já vi pessoas olharem para uma lata de óleo 5w30, ver que é fino e dizer: isso pra mim é água. Mas quando ficou com sede não bebeu o óleo. Foi ao bebedouro.
    Fui.

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